‘Maranhão no Campo’ destaca crescimento da agricultura maranhense apontado pelo Imesc

O programa ‘Maranhão no Campo’, levado ao ar neste sábado (30), na TV Assembleia, destacou o crescimento da agricultura maranhense ao longo dos últimos anos, com base em estudos realizados pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), autarquia ligada à Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan).

De acordo com dados do Imesc, a agricultura maranhense teve um crescimento de 3,8% nos últimos dois anos E o carro-chefe dessa produção é a soja, depois o milho e o arroz. A reportagem feita pelo jornalista João Carvalho aponta números positivos da agricultura no Maranhão.

O estudo do Imesc mostra que a produção e comercialização agrícola cresceram 3,8% Em números absolutos, a produção passou de pouco mais de 9,4 milhões de toneladas em 2022 para mais de 9,8 milhões de toneladas no ano de 2023.

Em seguida, o ‘Maranhão no Campo’ exibiu uma reportagem mostrando a entrega de alimentos para famílias atendidas pelo Programa Estadual de Compras Governamentais da Agricultura Familiar (Procaf), criado pelo Governo do Maranhão e executado pela Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF).

Agricultura familiar

No quadro de entrevista, o apresentador Mário Porto recebeu no estúdio da TV Assembleia a presidente da Associação Mulheres do Campo em Ação, Maria Antônia Cavalcanti. 

Ela explicou que a Associação nasceu com o propósito de dar visibilidade às mulheres que trabalham com agricultura familiar na Ilha de São Luís. Fundada em 2022, na comunidade Coquilho, zona rural da capital, a Associação nasceu da necessidade de dar oportunidade para as mulheres que precisavam ficar em casa para cuidar da família.

“Estas mulheres, normalmente, não têm renda, então começamos a fazer pequenas ações sociais que, com o passar do tempo, cresceram. Foi quando decidimos formalizar para buscarmos mais visibilidade”, explicou Maria Antônia.

Ela acrescentou que a maioria das associações no segmento são comandadas por homens e que isto, de alguma forma, incomodava. “Hoje já participamos de diversos projetos, vendendo nossas mercadorias, possibilitando realmente geração de renda para as mulheres e não só na agricultura, mas no artesanato e na área da cultura”.

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