Marquinhos denuncia ataque à fé cristã em desfile que exaltou Lula e cobra posicionamento da senadora Eliziane Gama

O Carnaval do Rio deste ano ultrapassou qualquer limite aceitável entre cultura e propaganda política. O que se viu na Sapucaí foi um espetáculo de hostilidade à fé cristã e de exaltação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pago com R$ 12 milhões de dinheiro público.

Pastores foram transformados em caricaturas, evangélicos retratados como massa dependente de benefícios e valores familiares tratados com deboche — tudo sob o aplauso de quem deveria proteger a liberdade religiosa.

O vereador Marquinhos reagiu com firmeza. Em vídeo divulgado nas redes sociais, questionou o silêncio da senadora Eliziane Gama, que se apresenta como representante dos evangélicos, mas não se pronunciou diante do ataque: “Cadê a senadora? Por que não defende o povo evangélico quando ele é desrespeitado?”.

Para o vereador, quem se diz representante do segmento no Senado não pode se esconder quando o cristão brasileiro é hostilizado em rede nacional.
“O povo evangélico do Maranhão quer saber o que ela pensa”, disse.

A crítica ganha força após Lula afirmar que “90% dos evangélicos vivem de auxílios”, frase que inflamou o sentimento de desprezo ao segmento.

O contraste com decisões do TSE também voltou ao debate. Em 2022, manifestações conservadoras foram censuradas e Bolsonaro punido por muito menos. Agora, quando o governo patrocina um desfile que promove o presidente e ridiculariza cristãos, o discurso oficial muda: “é arte”.

Marquinhos resume o sentimento de milhões:
“Respeitar a fé não é favor. É obrigação constitucional. E ninguém tem direito de debochar da fé cristã como já vem sendo feito de forma repetidamente escancarada e desrespeitosa no carnaval”

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