O Braide das redes e o Braide da vida real: vereador Marquinhos desmonta imagem do prefeito

Em um discurso firme e direto na sessão desta quarta-feira (25), o vereador Marquinhos expôs, sem rodeios, o que considera o maior problema da gestão do prefeito Eduardo Braide: a incapacidade de dialogar, de cumprir a lei e de respeitar a cidade.

Marquinhos lembrou que a peça orçamentária de 2025 deveria ter sido aprovada em dezembro, mas o Executivo sequer consolidou o documento. E pior: não enviou técnicos, não enviou secretários e ignorou totalmente as audiências públicas. “O prefeito quer ser maior que a lei, mas ninguém é”, declarou o vereador.

Ele também denunciou o bloqueio das emendas destinadas a entidades essenciais, como a Apae e o Hospital Aldenora Belo. Marquinhos destinou R$ 600 mil, mas nada chegou a quem mais precisa. E lembrou a contradição: quando era deputado, Braide foi à Justiça exigir o pagamento de sua própria emenda ao Aldenora Belo. Agora, no cargo de prefeito, faz exatamente o contrário — retalia vereadores e acaba punindo crianças com câncer e pessoas com deficiência. “Isso é desumano”, afirmou.

Marquinhos também criticou a tentativa do prefeito de jogar a opinião pública contra a Câmara, enquanto suas prioridades falam mais alto do que qualquer discurso. Na semana passada, Braide correu à Justiça para liberar recursos do Carnaval — e conseguiu. Mas para as entidades que salvam vidas, o dinheiro continua travado. “Qual é a prioridade do prefeito?”, questionou o vereador.

Ele fez um apelo ao Judiciário: que a mesma agilidade usada para liberar verba festiva seja aplicada para assegurar recursos para quem luta pela vida. “Não pode haver dois pesos e duas medidas.”

No encerramento, Marquinhos foi incisivo: “A população precisa conhecer o Braide de verdade. O das redes sociais é sorridente e se mostra amigável. Mas o Braide real é arrogante, egocêntrico e perseguidor. Quem não reza na cartilha dele vira inimigo. São Luís precisa de gestão, respeito e humanidade — e não de vaidade travestida de poder.”

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