Ex-alunos do Ceuma assinam Pavilhão do Maranhão na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira

Os arquitetos maranhenses Larissa Catossi e Guilherme Abreu, ex-alunos do curso de Arquitetura da Universidade Ceuma, assinam o Pavilhão do Maranhão na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB).
O evento será realizado entre os dias 25 de março e 30 de abril, no Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), localizado no Parque Ibirapuera, na cidade de São Paulo (SP).
“Eu e o Guilherme Abreu, também arquiteto formado aqui na Universidade Ceuma, temos a honra de assinar o Pavilhão do Maranhão na primeira Bienal da Arquitetura Brasileira, que acontecerá em São Paulo, no Parque Ibirapuera. Nesse espaço, buscamos traduzir um pouco da essência do nosso estado — nossos materiais, nossas cores, nossas crenças e nossa cultura”, afirma Larissa Catossi.
A proposta da bienal é dialogar com a diversidade dos biomas e das expressões regionais brasileiras. Com esse conceito, o evento vai reunir iniciativas de diferentes estados em uma ocupação de grande escala no espaço urbano paulistano.
Para compor os pavilhões, a bienal promoveu a Concorrência BAB, com a participação de profissionais de todo o país. As propostas apresentadas destacaram a pluralidade da arquitetura brasileira contemporânea. Os maranhenses estão entre os vencedores da concorrência.
“Vencemos o concurso para representar o Maranhão na Primeira Bienal de Arquitetura Brasileira e agora a obra já está a todo vapor no PACUBRA, no Parque Ibirapuera. Nada disso seria possível sem o apoio dos nossos patrocinadores e fornecedores, especialmente das empresas maranhenses que acreditaram nesse projeto e estão tornando essa ideia realidade”, destaca Larissa.
Os egressos da Universidade Ceuma conquistaram o resultado ao apresentar um projeto inserido no bioma Cerrado, que traduz elementos da identidade do Maranhão, com referências a materiais, cores, crenças e à cultura local.
“Criamos um espaço inspirado nas cores, materiais, texturas e na cultura do Maranhão, com obras apenas de artistas maranhenses. A nossa maior intenção é que cada maranhense que passe por lá sinta orgulho de ver o nosso estado representado”, explica a arquiteta.
A bienal vai reunir profissionais de destaque de todo o país em uma mostra de arquitetura, cultura e inovação. A participação dos maranhenses representa um marco na trajetória dos arquitetos e também dá visibilidade à produção do estado em um dos principais eventos do setor no Brasil.
Além disso, a presença de profissionais nesse circuito nacional reforça a importância das instituições de ensino, como a Universidade Ceuma, na formação de talentos capazes de dialogar com as demandas atuais da arquitetura, conectando identidade regional, inovação e impacto cultural. 


