Marquinhos desmonta o teatro dos dinistas: “Brandão não se curva a chantagens”

Enquanto o governador Carlos Brandão (PSB) rompe de vez com o grupo de Flávio Dino e expõe as chantagens políticas que tentaram paralisar seu governo, Marquinhos foi direto ao ponto: há uma máquina de sabotagem montada por quem não aceita ter perdido o comando do Palácio dos Leões.
Na tribuna da Câmara Municipal de São Luís, nesta quarta-feira (22), o vereador Marquinhos disse que o que se viu nos últimos dias não foi “espionagem”, como gritaram os dinistas e comunossocialistas — mas auto exposição vexatória de figuras que tramavam entre si barganhas indecorosas, pressões sobre o governador e até negociações nada republicanas envolvendo vagas no Tribunal de Contas e disputas em Colinas. “Eles se deixaram gravar”, lembrou Marquinhos, ironizando o papel de vítimas que agora tentam assumir.
O parlamentar destacou ainda que Flávio Dino, hoje ministro do STF, teve seu nome usado — ou participou — de conversas que jamais deveriam ocorrer nos bastidores da política, e exigiu explicações. Afinal, que tipo de grupo político aciona a Polícia Federal para abafar o próprio vazamento?
Marquinhos ressaltou que enquanto os antigos donos do poder, incapzes de aceitar a alternância de comando, tramam para manter influência no governo, Brandão trabalha, equilibrado e coerente, pela reconstrução do Maranhão. “Brandão é sertanejo, homem leal, e mesmo sob intensa pressão, não se curvou, não se vendeu e não se rendeu”.
Mais do que uma defesa política, o discurso de Marquinhos foi um ato de fidelidade e convicção. Amigo de longa data de Brandão e parceiro de jornada em favor de São Luís, ele reafirmou que o atual governador não será refém de quem se acostumou a mandar e desmandar em nome de um projeto de poder esgotado.


