O juiz aposentado Carlos Madeira (SDD), mandou um duro recado aos seus adversários na corrida eleitoral pela Prefeitura de São Luís, assim como deixou claro para a população qual a sua origem política. “Não sou Neto, não sou Filho, não sou Júnior, não pertenço a esse filhotismo perverso da política do Maranhão, sou alguém que nasceu no Bairro de Fátima, filho de um alfaiate e de uma empregada doméstica…”, declarou.
A fala é um claro recado para Neto Evangelista, que entrou na política através da herança política deixada pelo seu pai – João Evangelista (falecido em 2010) – assim como para Rubens Pereira Júnior (PCdob), filho de Rubens Pereira (ex-deputado) e Suely Pereira (ex-prefeita e suplente de senadora).
Madeira ainda endureceu o discurso: “eu tenho uma ascendência que é uma ascendência de gente decente, trabalhadora. Não venho da velha política, não tenho ascendência política. Por isso sou diferente, pela minha biografia, pela minha história, pelos meus ideais, pelos valores que carrego comigo, eu sou diferente dos demais pré-candidatos”.
Será com esse discurso, mostrando que é possível vencer na vida através da meritocracia, que Carlos Madeira pretende chegar ao ao segundo turno, lutando contra os nomes que representam o filhotismo político do Maranhão.
O MDB decidiu que irá comunicar o seu rumo em São Luís somente na próxima segunda-feira (31), às 10h, esse é o terceiro adiamento. De acordo com o apurado, o partido está praticamente definido, porém ainda existe uma discussão residual quanto ao apoio a Carlos Madeira (SDD) ou a Neto Evangelista (DEM).
O adiamento do anúncio da decisão ocorreu, pois a executiva estadual quer escutar João Marcelo e Hildo Rocha, deputados federais e Arnaldo Melo e Socorro Waquim, deputados estaduais.
Além de indicar o vice-prefeito na chapa de Madeira ou Neto, o MDB informa que o escolhido terá que acolher uma indicação de 15 propostas para São Luís.
O MDB levará a Neto ou Madeira, quase 40 segundos de propaganda partidária, fundo partidário e uma forte militância.

O pré-candidato do Solidariedade a prefeito de São Luís, o juiz aposentado José Carlos Madeira, dá sinais a cada semana de que, de fato, tem um novo olhar sobre a maneira de fazer política. A novidade de agora é que Madeira anunciou, com exclusividade para este blog, que a convenção do partido que homologará a sua candidatura será realizada no Bairro de Fátima, no dia 16 de setembro. Diferentemente dos demais pré-candidatos que vão fazer em regiões nobres ou em salões de festas caríssimos ou até mesmo naquelas casas do poder político, Madeira levará sua convenção para uma comunidade, um centro popular.
“Eu poderia fazer a convenção onde normalmente todos fazem, nos locais mais tradicionais da cidade, nos salões de hotel, em ginásios. Mas optamos por fazer algo mais original, num local que tivesse uma identificação com a minha história de vida”, argumentou o ex-juiz federal, que nasceu e cresceu no Bairro de Fátima.
O Bairro de Fátima, segundo Madeira, é o retrato da sua biografia. Filho de uma empregada doméstica e um alfaiate, o pré-candidato estudou em escola pública, foi ajudante de pedreiro e vendedor de fruta antes de ingressar na universidade e na magistratura.
É essa história de superação, que muito se diferencia dos demais candidatos, que está entusiasmando a maioria dos caciques do MDB a fechar aliança com o Madeira. “Ele tem uma história de vida que convence, principalmente o povo simples da periferia que enfrenta hoje as mesmas adversidades que ele enfrentou. E o que é mais importante: esse povo simples se sente encorajado a seguir o mesmo exemplo do Madeira”, confidenciou ao blog um influente cardeal emedebista.
Vale lembrar que é de outro reduto popular, semelhante ao Bairro de Fátima, que outros políticos importantes do MDB tiveram origem, exemplo disto, Roberto Costa que é originário da Madre Deus, que possui matiz muito semelhante ao local de origem de Carlos Madeira. Além disso, tem Roseana Sarney que é apaixonada pela cultura popular e os dois bairros são centros de origem das escolas de samba Unidos de Fátima e Turma do Quinto, respectivamente, assim como outros grupos folclóricos.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior iniciou as comemorações pelos 408 anos de São Luís e reinaugurou neste sábado (22) o Parque do Bom Menino. O espaço, que tem 50 anos de história, passou por reforma estrutural e recebeu novos projetos urbanístico, paisagístico, de iluminação e acessibilidade. Também foram reformados os equipamentos para prática esportiva, convívio social, espaços administrativos, entre outras melhorias, entregando um parque totalmente novo aos floristas que trabalham no local e aos frequentadores.
Como já havia anunciado desde a última semana, Edivaldo destacou que a entrega do parque faz parte de uma série de inaugurações que ele fará até o fim de setembro para comemorar o aniversário da cidade (8 de setembro). Serão entregues ainda o Mercado das Tulhas (Feira da Praia Grande), o Estádio Nhozinho Santos, o conjunto formado pela Praça João Lisboa, Largo do Carmo, Rua de Nazaré e entorno, além de outras obras estruturantes que estão em andamento.
A reinauguração também faz parte da agenda de entregas do programa São Luís em Obras, que foi retomada por Edivaldo no fim de julho. Desde então, ele já inaugurou conjuntos de praças no Rio Anil e Vinhais, o novo mercado do Coroadinho, a ampliação do mercado do Anil, a reforma estrutural da Praça da Bíblia, além de ter avançado na urbanização de dezenas de bairros pela cidade.
Este ritmo de entregas se seguirá até o fim de 2020 já que Edivaldo avança com obras de asfaltamento, drenagem profunda, construção de pontes, novos acessos viários, intervenções de trânsito, reforma de espaços públicos, reformas de escolas e unidades de saúde, reforma e construção de praças entre outros por toda a cidade, dando fim a problemas históricos dos bairros de São Luís.
Não se pode negar que nunca em sua história São Luís e sua população receberam tantos presentes como os que estão sendo entregues por Edivaldo.
Durante a pandemia de Covid-19, que assola o mundo, muitas famílias tiveram que ter jogo de cintura para a economia da casa não ficar na corda bamba. Nesse sentido, em São Luís, tivemos uma grata surpresa na nossa já consagrada culinária maranhense: trata-se do restaurante delivey “Delicias da Rita”, que se tornou um verdadeiro sucesso de vendas e elogios por seu marcante sabor.

Vendendo aos sábados e domingos, um cardápio bem diversificado, o restaurante “Delicias da Rita”, tornou-se objeto de disputa para quem quer almoçar com altíssima qualidade e preço justo, o delivery aplica procedimentos de higiene comprovados por todos que consomem os pratos.
E agora, para nossa alegria, ela está com pedidos abertos para encomendas de porções individuais (quentinhas) e almoço completo para a grupos maiores, de diferentes pratos, a exemplo de: galinha caipira, tortas (de frango e camarão), bife ao molho madeira, assado de panela, peixada, camaroada, lasanha, estrogonofe e mais algumas opções que podem ser tratadas diretamente com a Rita.
Além de agradar em cheio no paladar, com o padrão de comida caseira, o serviço oferecido pelo restaurante também é uma excelente oportunidade para quem quer fazer aniversário, comemorações e confraternização de empresas.
Para ter mais informações, a Rita mantém atualizado o Instagram (https://www.instagram.com/deliciasdaarita/) e um telefone para contato: Whatsapp (98) 98854-6910
Eu, se fosse você, não perderia tempo e já agendava um pedido pro fim de semana que tá chegando.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria de votos, nesta terça-feira (18), rejeitar a possibilidade de a apuração de abuso do poder por parte de autoridade religiosa ocorrer no âmbito das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) a partir das Eleições Municipais de 2020.
A tese foi proposta pelo ministro Edson Fachin, ao relatar recurso da vereadora de Luziânia (GO) Valdirene Tavares dos Santos contra cassação de mandato por suposto abuso de poder religioso nas Eleições de 2016. O TSE acolheu, por unanimidade, o recurso da vereadora, que teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).
O Plenário considerou que o Ministério Público Eleitoral (MPE), autor da ação contra Valdirene, não apresentou provas robustas no caso para levar à cassação. O MPE acusou Valdirene de pedir votos durante um evento na catedral da Assembleia de Deus em Luziânia. A reunião com pastores de outras filiais foi convocada pelo pai da candidata, Sebastião Tavares, pastor e dirigente da igreja no município.
Após o juiz eleitoral condenar pai e filha, o TRE de Goiás absolveu Sebastião Tavares, mas manteve a punição contra a vereadora. A Corte Regional considerou ilícito eleitoral o discurso de cerca de três minutos feito por ela para cerca de 40 jovens no local religioso. Segundo o MPE, a candidata teria usado sua autoridade religiosa para influenciar os ouvintes, interferindo no direito constitucional da liberdade de voto.
Conclusão do julgamento
Nesta terça-feira, o TSE retomou o julgamento do recurso a partir do voto do ministro Og Fernandes, após o exame do processo ser suspenso na sessão da última quinta-feira (13).
Ao se pronunciar, o corregedor-geral da JE acompanhou a divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, e seguida pelo ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, contrária à tese proposta pelo ministro Edson Fachin.
Segundo Og Fernandes, a legislação já dispõe de normas para punir excessos de entidade religiosa na seara política, sem precisar apurar eventual abuso de poder religioso de forma autônoma. Também se opuseram à tese de Fachin os ministros Luis Felipe Salomão e Sérgio Banhos, formando a maioria.
Por sua vez ao votar, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, disse que a legislação eleitoral já prevê, de forma expressa, o abuso de poder religioso, ao vedar doações a candidatos e partidos por instituições religiosas e propaganda política em templos, de acordo com os artigos 24 e 37 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Porém, o ministro afirmou que não poderia discutir a tese sugerida, nem aspectos jurídicos mais profundos a ela ligados, já que os fatos apresentados no recurso não estavam vinculados a essas proibições.
A vereadora Fátima Araújo, de São Luís, passou por a situação vexatória no barro João de Deus.
A parlamentar apareceu no local durante a realização de uma ação de limpeza da Prefeitura de São Luís.
Ao telefone, supostamente falando com a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana da capital, Carolina Estrela, ela tentava fazer parecer que era a responsável pelo serviço. Mas foi confrontada por populares, que pediram sua saída do local.
Segundo as pessoas que filmaram o episódio, foram os próprios moradores quem acionaram o Município, solicitando a limpeza da área.
Ao final de alguma discussão, Fátima Araújo deixa o local, constrangida.

A Promotoria de Justiça Especializada da Comarca de Bacabal instaurou inquérito, no mês passado, para apurar suspeita de irregularidades em um pregão presencial aberto pela gestão municipal em fevereiro deste ano, vencido pela Construprime Empreendimentos, ao valor estimulado de R$ 19,6 milhões.
Pelo montante, de acordo com a ata de registro de preços, a microempresa comprometeu-se a prestar serviços de engenharia civil, com fornecimento de mão-de-obra e material, nas edificações da Secretaria Municipal de Educação.
Os investigados são o próprio prefeito, Edvan Brandão de Farias (PDT), e o presidente da CPL (Comissão Permanece de Licitação de Bacabal), Carlos Henrique Ferro Sousa.
Por solicitação da promotora Sandra Soares de Pontes, responsável pelo inquérito, há cerca de uma semana, os autos foram encaminhados para o Natar (Núcleo de Assessoria Técnica Regionalizada) de Timon, do qual o Pólo de Bacabal faz parte, para análise da regularidade do pregão, especificamente sobre informações relacionadas à Construprime.
Estre as informações que devem ser levantadas estão: dados sobre seus sócios; participação destes em programas assistenciais do Governo Federal; doação a partidos políticos; e local de funcionamento nos últimos cinco anos.
Outras informações julgadas pertinentes pelo Natar/Timon, como a individualização e qualificação do fiscal do contrato e a rubrica orçamentária do recurso usado para pagamento do contrato, também devem ser analisadas.
Novo dono e ex-empregada
Até consagrar-se vencedora do pregão, segundo verificou a reportagem nos poucos documentos publicados no Portal da Transparência da prefeitura e no Sacop (Sistema de Acompanhamento Eletrônico de Contratação Pública) do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Maranhão, a Construprime Empreendimentos era registrada sob a razão social G de Sousa da Silva, então de propriedade de Generoza de Sousa da Silva.
Recentemente, porém, agora sob a propriedade de Rômulo Nascimento da Costa, mudou para R N da Costa. Rômulo é marido da vereadora Natália Duda (MDB), integrante da base aliada de Edvan Brandão na Câmara Municipal de Bacabal.
Na teia de ligações suspeitas consta a ainda a Auto Escola Vale do Mearim, localizada em Bacabal. A empresa teve como diretor o próprio Rômulo Costa, e Generoza da Silva, ex-proprietária da Construprime, como empregada.
Na corrida global para desenvolver uma vacina contra a Covid-19, a China está na liderança e cada vez mais perto de alcançar a meta. Depois de as autoridades do país concederem na segunda-feira a primeira patente para o projeto que avança mais rápido, nesta terça foram divulgados novos detalhes sobre outra promissora linha de pesquisa. A vacina experimental em que trabalha o Grupo Farmacêutico Nacional Chinês (Sinopharm), poderia estar pronta para ser comercializada antes do final do ano, “provavelmente em dezembro”, segundo seu presidente, Liu Jingzhen.
“Não será muito cara”, acrescentou o executivo em declarações citadas pelo jornal local Guangming Daily. “Esperamos que custe algumas poucas centenas de yuans por injeção, por isso o tratamento completo [com duas doses] deveria custar menos de 1.000 (800 reais)”. Entretanto, Liu não esclareceu se a saúde pública chinesa cobrirá parte do custo do tratamento, ou se ele será incluído no programa gratuito de vacinação pública. “Nem toda a população chinesa terá que se vacinar”, esclareceu, estabelecendo que os estudantes e os trabalhadores das grandes cidades terão prioridade.
O projeto da Sinopharm, desenvolvido junto ao Instituto de Virologia de Wuhan e o Instituto de Produtos Biológicos da mesma cidade – filial da empresa National Biotec Group Company – já concluiu as duas primeiras fases de ensaios clínicos. Na própria segunda-feira, anunciou ter registrado por enquanto dados positivos, os quais foram citados na JAMA (revista da Associação Medica Americana).
Em um comunicado compartilhado com o tabloide oficial Global Times, a instituição informou que os 1.120 voluntários que receberam a vacina na primeira e segunda fases de ensaios geraram anticorpos contra a Covid-19 após duas doses. “A vacina demonstrou ser efetiva e segura”, afirmava o texto. Segundo os cientistas, o produto induziu eficazmente à geração de anticorpos neutralizantes e demonstrou uma boa imunogenicidade – a capacidade de desencadear uma reação imunológica. O trabalho de pesquisa também avaliou a segurança do composto e concluiu que não foram observadas reações adversas graves. As mais comuns se limitaram a dor no lugar da injeção, seguida de febre, ambas em forma leve.
Agora começará a terceira e última etapa de testes numa quantidade maior de indivíduos, a ser levada a cabo nos Emirados Árabes Unidos, com o propósito de reunir provas médicas que confirmem sua eficácia e deste modo obter a aprovação final das entidades reguladoras. O calendário antecipado pela Sinopharm estabelece que esta terceira fase poderia terminar já neste mês, sendo seguida de uma observação médica em setembro, cujos dados definitivos seriam divulgados em outubro. A vacina poderia receber então a autorização oficial e começar sua distribuição no mesmo mês. Conforme detalhava o veículo oficial, sua fábrica em Pequim é o maior centro de manufatura de vacinas contra a Covid-19 do mundo, à qual se soma um segundo complexo em Wuhan. Por isso, a firma estaria em condições de produzir 200 milhões de dose por ano, o que permitiria imunizar 100 milhões de pessoas nesse período.
O novo avanço foi revelado depois que, na segunda-feira, o Escritório de Propriedade Intelectual da China registrou a patente da primeira vacina contra a Covid, correspondente ao projeto desenvolvido pelo laboratório CanSino e pelas Forças Armadas do país. Os resultados deste projeto, descritos como “animadores”, foram submetidos a escrutínio numa pesquisa publicada no fim de julho pela revista The Lancet – diferentemente do projeto russo, que continua sigiloso. Agora, sua “produção em massa” começará “em breve”, embora ainda não tenham sido anunciadas datas específicas.

O Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) realizou, na manhã desta quarta-feira, 19, em parceria com a Polícia Civil, a Operação Cabanos, que resultou na prisão do prefeito de Cândido Mendes, José Ribamar Leite Araújo, o “Mazinho Leite”. O prefeito foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Na residência do prefeito, também foram encontrados R$ 500 mil em espécie.
A operação cumpria mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Cândido Mendes, na residência de Mazinho Leite e em endereços de outros acusados, localizados nos municípios de São Luís, Cândido Mendes e Bom Jardim. Os mandados foram solicitados pelo Ministério Público do Maranhão e expedidos pela Justiça de Cândido Mendes.
O objetivo era apreender documentos relativos a processos licitatórios envolvendo o Município e diversas empresas que tinham contratos com a Prefeitura. As investigações foram iniciadas após a identificação de suspeitas de fraude em uma licitação realizada em 2013, para aquisição de materiais de limpeza. Descobriu-se que os materiais eram fornecidos por uma empresa de fachada, localizado em Turiaçu. No suposto endereço, funcionava uma lotérica.
As investigações apontaram a existência de irregularidades em diversos outros contratos envolvendo a compra de materiais médico-laboratoriais, manutenção de iluminação pública, reforma de hospitais e escolas, além da coleta de lixo.
O Gaeco estima que os contratos irregulares geraram um prejuízo de R$ 3,35 milhões, desde 2013, aos cofres de Cândido Mendes.