
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, nesta sexta-feira (28), o afastamento imediato, inicialmente por 6 meses, do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo por irregularidades em contratos na saúde.
O governador e outras oito pessoas, incluindo a primeira-dama Helena Witzel, também foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por corrupção.
Não há ordem de prisão contra o governador. As diligências foram autorizadas pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves.
O pastor Everaldo, presidente Nacional do PSC, foi preso na operação.
No total, são 17 mandados de prisão, sendo 6 preventivas e 11 temporárias, e 72 de busca e apreensão.
Mandados de prisão confirmados:
Mandados de busca e apreensão confirmados:

Pré-candidato vem mostrando força ao reunir partidos do atual Governador Flávio Dino e do vice Governador Carlos Brandão.
O pré-candidato Expedito Júnior (Solidariedade), segue crescendo e mostrando força. Nesta quinta-feira (27), durante um café da manhã, o partido do Governador Flávio Dino, o PC do B, anunciou apoio ao projeto de Expedito em Bacabal.
A presidente do Diretório municipal do PCdoB, Marilene Gayoso, ressaltou a parceria em prol do projeto de gestão construído por Expedito Júnior. “Juntos vamos transformar a nossa Bacabal, vamos melhorar a qualidade de vida do povo bacabalense”, disse.
Recentemente, o vereador Coronel Egídio (DEM), se uniu a Expedito Júnior, reforçando aliança em prol de Bacabal.
Além do PC do B e do DEM, outras siglas como o PROS e Republicanos, partido do vice-Governador Carlos Brandão, estão reforçando o time de Expedito Júnior, que com o apoio de lideranças dos partidos da base de apoio do Governo, segue se consolidando na disputa.
A posse de três deputados suplentes – Fábio Braga (SD), Toca Serra (PCdoB) e Pastor Ribinha (PMN) – ocorrida na manhã desta terça-feira (28), acabou se transformando numa forte manifestação de reconhecimento e apoio ao presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto, que fortalece seu nome para eventual candidatura majoritária, nas eleições de 2022.
Em seus discursos, os parlamentares empossados agradeceram a chance de exercer o mandato eletivo e foram unânimes ao proferir palavras de reconhecimento ao espírito de comando e de liderança de Othelino. Na visão deles, o presidente da Alema se credencia cada vez mais como uma peça forte no tabuleiro político do Maranhão.
“Quero parabenizar o presidente deste Parlamento, deputado Othelino, detentor de uma rara qualidade, que é a de saber ouvir com atenção e de lidar com as pessoas de pensamentos divergentes. É uma habilidade que considero fundamental, o que prova a sua capacidade política e justifica o fato de ter sido eleito por duas vezes consecutivas para a Presidência desta Casa, sempre por unanimidade”, afirmou deputado Pastor Ribinha, representante do município de Pinheiro, na Baixada Maranhense, região em que Othelino foi o deputado estadual mais votado nas últimas eleições.

No Plenário e em entrevistas à imprensa, tanto o deputado Toca Serra quanto Fábio Braga proferiram palavras elogiosas ao presidente da Alema, frisando que Othelino vem destacando-se como protagonista de episódios marcantes na política do Maranhão.
Na avaliação dos parlamentares, Othelino ganhou bastante legitimidade, logo no início da atual legislatura, precisamente no dia 1º de fevereiro, quando conseguiu ser eleito presidente da Assembleia com o voto unânime de todos os 42 deputados.
De lá para cá, Othelino vem se destacando com a enfática defesa da independência e harmonia entre os Poderes e marca o cotidiano de sua atuação inspirado em valores como a ética, a transparência e a moralidade.
Reconhecido por líderes governistas e oposicionistas como um dos grandes articuladores políticos da atualidade e mestre nos bastidores, Othelino conseguiu, também, de uma forma surpreendente e supertranquila, assegurar sua reeleição para permanecer como presidente da Assembleia até 31 de janeiro de 2023.
Aliado de plena confiança de Flávio Dino, com a imagem leve, estilo calmo e agregador, Othelino elevou o seu carisma no comando do ‘Poder Rangedor’, com um cacife muito maior para sentar à mesa dos debates de 2022.
Os deputados suplentes Fábio Braga (SD), Toca Serra (PCdoB) e Pastor Ribinha (PMN) assumem no Parlamento Estadual em substituição aos titulares Fernando Pessoa e Rildo Amaral, ambos do Solidariedade, e Wendell Lages (PMN), que saíram de licença.

Uma fonte bem posicionada nos bastidores políticos revelou ao Blog do Reinaldo Luzzan (http://reinaldoluzan.com.br/) que a novela em torno da alianca entre Braide (Podemos) e Roberto Rocha (PSDB), teria chegado ao fim, com a definição de que Weillngton do Curso estaria mesmo fora do jogo e que o nome de consenso para ser o vice de Braide na disputa, seria o ex governador José Reinaldo Tavares (PSDB), que é da confiança de Roberto e preenche os requisitos exigidos por Braide.
A princípio, pensava-se que Roberto teria a intenção de encaixar o filho, Roberto Junior, na chapa, mas com a resistência de Braide e do próprio Roberto Junior, que hoje toca a vida na iniciativa privada, houve uma convergência natural em direção ao ex governador.
Braide não esconde sua intenção, de - caso seja eleito prefeito de São Luís - entrar na disputa pelo governo do estado em 2022. E exatamente por conta disso, optaria por um nome de confiança e com experiência para compor sua chapa e posteriormente ocupar o cargo.
A proximidade entre Braide e Ze Reinaldo ja é conhecida, tanto que em 2018, o ex governador foi o arquiteto de uma articulação que pretendia ter Eduardo Braide na disputa pelo governo do Maranhão.
Na época, haviam duas teses para explicar a movimentação de Ze Reinaldo em direção a Braide.
Uma delas, apontava, que com a reconciliação de Sarney e Zé Reinaldo havia o objetivo de inserir Braide na disputa para impedir a reeleição de Flavio Dino no primeiro turno, ou seja, a missão seria tentar forçar um segundo turno entre Flávio Dino e Roseana Sarney.
Por outro lado, havia a especulação, que hoje se mostra verdadeira, de que
a candidatura de Braide na época, seria um acordo com o senador Roberto Rocha, em que o tucano teria naquele momento o apoio do PMN de Braide que seria retribuído em forma de compromisso na eleição de 2020 em São Luís. Fato este, que se mostra relevante para a composição do cenário que hoje se desenha.
O juiz aposentado Carlos Madeira (SDD), mandou um duro recado aos seus adversários na corrida eleitoral pela Prefeitura de São Luís, assim como deixou claro para a população qual a sua origem política. “Não sou Neto, não sou Filho, não sou Júnior, não pertenço a esse filhotismo perverso da política do Maranhão, sou alguém que nasceu no Bairro de Fátima, filho de um alfaiate e de uma empregada doméstica…”, declarou.
A fala é um claro recado para Neto Evangelista, que entrou na política através da herança política deixada pelo seu pai – João Evangelista (falecido em 2010) – assim como para Rubens Pereira Júnior (PCdob), filho de Rubens Pereira (ex-deputado) e Suely Pereira (ex-prefeita e suplente de senadora).
Madeira ainda endureceu o discurso: “eu tenho uma ascendência que é uma ascendência de gente decente, trabalhadora. Não venho da velha política, não tenho ascendência política. Por isso sou diferente, pela minha biografia, pela minha história, pelos meus ideais, pelos valores que carrego comigo, eu sou diferente dos demais pré-candidatos”.
Será com esse discurso, mostrando que é possível vencer na vida através da meritocracia, que Carlos Madeira pretende chegar ao ao segundo turno, lutando contra os nomes que representam o filhotismo político do Maranhão.
O MDB decidiu que irá comunicar o seu rumo em São Luís somente na próxima segunda-feira (31), às 10h, esse é o terceiro adiamento. De acordo com o apurado, o partido está praticamente definido, porém ainda existe uma discussão residual quanto ao apoio a Carlos Madeira (SDD) ou a Neto Evangelista (DEM).
O adiamento do anúncio da decisão ocorreu, pois a executiva estadual quer escutar João Marcelo e Hildo Rocha, deputados federais e Arnaldo Melo e Socorro Waquim, deputados estaduais.
Além de indicar o vice-prefeito na chapa de Madeira ou Neto, o MDB informa que o escolhido terá que acolher uma indicação de 15 propostas para São Luís.
O MDB levará a Neto ou Madeira, quase 40 segundos de propaganda partidária, fundo partidário e uma forte militância.

O pré-candidato do Solidariedade a prefeito de São Luís, o juiz aposentado José Carlos Madeira, dá sinais a cada semana de que, de fato, tem um novo olhar sobre a maneira de fazer política. A novidade de agora é que Madeira anunciou, com exclusividade para este blog, que a convenção do partido que homologará a sua candidatura será realizada no Bairro de Fátima, no dia 16 de setembro. Diferentemente dos demais pré-candidatos que vão fazer em regiões nobres ou em salões de festas caríssimos ou até mesmo naquelas casas do poder político, Madeira levará sua convenção para uma comunidade, um centro popular.
“Eu poderia fazer a convenção onde normalmente todos fazem, nos locais mais tradicionais da cidade, nos salões de hotel, em ginásios. Mas optamos por fazer algo mais original, num local que tivesse uma identificação com a minha história de vida”, argumentou o ex-juiz federal, que nasceu e cresceu no Bairro de Fátima.
O Bairro de Fátima, segundo Madeira, é o retrato da sua biografia. Filho de uma empregada doméstica e um alfaiate, o pré-candidato estudou em escola pública, foi ajudante de pedreiro e vendedor de fruta antes de ingressar na universidade e na magistratura.
É essa história de superação, que muito se diferencia dos demais candidatos, que está entusiasmando a maioria dos caciques do MDB a fechar aliança com o Madeira. “Ele tem uma história de vida que convence, principalmente o povo simples da periferia que enfrenta hoje as mesmas adversidades que ele enfrentou. E o que é mais importante: esse povo simples se sente encorajado a seguir o mesmo exemplo do Madeira”, confidenciou ao blog um influente cardeal emedebista.
Vale lembrar que é de outro reduto popular, semelhante ao Bairro de Fátima, que outros políticos importantes do MDB tiveram origem, exemplo disto, Roberto Costa que é originário da Madre Deus, que possui matiz muito semelhante ao local de origem de Carlos Madeira. Além disso, tem Roseana Sarney que é apaixonada pela cultura popular e os dois bairros são centros de origem das escolas de samba Unidos de Fátima e Turma do Quinto, respectivamente, assim como outros grupos folclóricos.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior iniciou as comemorações pelos 408 anos de São Luís e reinaugurou neste sábado (22) o Parque do Bom Menino. O espaço, que tem 50 anos de história, passou por reforma estrutural e recebeu novos projetos urbanístico, paisagístico, de iluminação e acessibilidade. Também foram reformados os equipamentos para prática esportiva, convívio social, espaços administrativos, entre outras melhorias, entregando um parque totalmente novo aos floristas que trabalham no local e aos frequentadores.
Como já havia anunciado desde a última semana, Edivaldo destacou que a entrega do parque faz parte de uma série de inaugurações que ele fará até o fim de setembro para comemorar o aniversário da cidade (8 de setembro). Serão entregues ainda o Mercado das Tulhas (Feira da Praia Grande), o Estádio Nhozinho Santos, o conjunto formado pela Praça João Lisboa, Largo do Carmo, Rua de Nazaré e entorno, além de outras obras estruturantes que estão em andamento.
A reinauguração também faz parte da agenda de entregas do programa São Luís em Obras, que foi retomada por Edivaldo no fim de julho. Desde então, ele já inaugurou conjuntos de praças no Rio Anil e Vinhais, o novo mercado do Coroadinho, a ampliação do mercado do Anil, a reforma estrutural da Praça da Bíblia, além de ter avançado na urbanização de dezenas de bairros pela cidade.
Este ritmo de entregas se seguirá até o fim de 2020 já que Edivaldo avança com obras de asfaltamento, drenagem profunda, construção de pontes, novos acessos viários, intervenções de trânsito, reforma de espaços públicos, reformas de escolas e unidades de saúde, reforma e construção de praças entre outros por toda a cidade, dando fim a problemas históricos dos bairros de São Luís.
Não se pode negar que nunca em sua história São Luís e sua população receberam tantos presentes como os que estão sendo entregues por Edivaldo.
Durante a pandemia de Covid-19, que assola o mundo, muitas famílias tiveram que ter jogo de cintura para a economia da casa não ficar na corda bamba. Nesse sentido, em São Luís, tivemos uma grata surpresa na nossa já consagrada culinária maranhense: trata-se do restaurante delivey “Delicias da Rita”, que se tornou um verdadeiro sucesso de vendas e elogios por seu marcante sabor.

Vendendo aos sábados e domingos, um cardápio bem diversificado, o restaurante “Delicias da Rita”, tornou-se objeto de disputa para quem quer almoçar com altíssima qualidade e preço justo, o delivery aplica procedimentos de higiene comprovados por todos que consomem os pratos.
E agora, para nossa alegria, ela está com pedidos abertos para encomendas de porções individuais (quentinhas) e almoço completo para a grupos maiores, de diferentes pratos, a exemplo de: galinha caipira, tortas (de frango e camarão), bife ao molho madeira, assado de panela, peixada, camaroada, lasanha, estrogonofe e mais algumas opções que podem ser tratadas diretamente com a Rita.
Além de agradar em cheio no paladar, com o padrão de comida caseira, o serviço oferecido pelo restaurante também é uma excelente oportunidade para quem quer fazer aniversário, comemorações e confraternização de empresas.
Para ter mais informações, a Rita mantém atualizado o Instagram (https://www.instagram.com/deliciasdaarita/) e um telefone para contato: Whatsapp (98) 98854-6910
Eu, se fosse você, não perderia tempo e já agendava um pedido pro fim de semana que tá chegando.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria de votos, nesta terça-feira (18), rejeitar a possibilidade de a apuração de abuso do poder por parte de autoridade religiosa ocorrer no âmbito das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) a partir das Eleições Municipais de 2020.
A tese foi proposta pelo ministro Edson Fachin, ao relatar recurso da vereadora de Luziânia (GO) Valdirene Tavares dos Santos contra cassação de mandato por suposto abuso de poder religioso nas Eleições de 2016. O TSE acolheu, por unanimidade, o recurso da vereadora, que teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).
O Plenário considerou que o Ministério Público Eleitoral (MPE), autor da ação contra Valdirene, não apresentou provas robustas no caso para levar à cassação. O MPE acusou Valdirene de pedir votos durante um evento na catedral da Assembleia de Deus em Luziânia. A reunião com pastores de outras filiais foi convocada pelo pai da candidata, Sebastião Tavares, pastor e dirigente da igreja no município.
Após o juiz eleitoral condenar pai e filha, o TRE de Goiás absolveu Sebastião Tavares, mas manteve a punição contra a vereadora. A Corte Regional considerou ilícito eleitoral o discurso de cerca de três minutos feito por ela para cerca de 40 jovens no local religioso. Segundo o MPE, a candidata teria usado sua autoridade religiosa para influenciar os ouvintes, interferindo no direito constitucional da liberdade de voto.
Conclusão do julgamento
Nesta terça-feira, o TSE retomou o julgamento do recurso a partir do voto do ministro Og Fernandes, após o exame do processo ser suspenso na sessão da última quinta-feira (13).
Ao se pronunciar, o corregedor-geral da JE acompanhou a divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, e seguida pelo ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, contrária à tese proposta pelo ministro Edson Fachin.
Segundo Og Fernandes, a legislação já dispõe de normas para punir excessos de entidade religiosa na seara política, sem precisar apurar eventual abuso de poder religioso de forma autônoma. Também se opuseram à tese de Fachin os ministros Luis Felipe Salomão e Sérgio Banhos, formando a maioria.
Por sua vez ao votar, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, disse que a legislação eleitoral já prevê, de forma expressa, o abuso de poder religioso, ao vedar doações a candidatos e partidos por instituições religiosas e propaganda política em templos, de acordo com os artigos 24 e 37 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Porém, o ministro afirmou que não poderia discutir a tese sugerida, nem aspectos jurídicos mais profundos a ela ligados, já que os fatos apresentados no recurso não estavam vinculados a essas proibições.