
Para a melhoria dos indicadores oficiais de cobertura vacinal infantil no Maranhão, a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB), reuniu-se, na manhã desta quarta-feira (19), com o secretário de Estado da Saúde (SES), Tiago Fernandes. O objetivo foi discutir meios de acelerar e fortalecer a vacinação em crianças menores de cinco anos no estado.
No encontro, também estavam presentes o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Ivo Rezende, e a chefe regional do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Ofélia Silva, que ajudaram a traçar estratégias para a promoção de campanhas de conscientização da população e o fortalecimento das ações de vacinação.
“O Governo do Maranhão, por meio da SES, no próximo mês, lançará um programa que visa à ampliação da vacinação no nosso estado e busca incentivar as pessoas a levarem suas crianças para se protegerem. A ideia é unir as esferas estadual, municipal e entidades da sociedade civil para que possamos alcançar êxito no nosso trabalho”, afirmou Iracema Vale.
Agentes de saúde
O secretário de Saúde destacou a importância da parceria com o Poder Legislativo para alcançar mais pessoas. “A presidente Iracema Vale fez um pedido especial, que integremos os agentes de saúde que estão trabalhando na ponta, no eixo da discussão, por serem os principais aliados das campanhas de imunização nos municípios. Certamente faremos um grande trabalho em cima disso”.
Segundo o presidente da Famem, o reconhecimento e a inclusão dos agentes de saúde no programa é uma forma de valorizar os profissionais. “Eles estão em contato diário com as pessoas que o programa deseja alcançar. Quanto mais pessoas envolvidas e com vontade de fazer dar certo, mais rápido vamos alcançar a nossa meta”, enfatizou Ivo Rezende.
Abrangência
Para Ofélia Silva, é necessário que o Parlamento Estadual se envolva nos projetos para que mais crianças sejam alcançadas. “Necessitamos que haja uma proximidade real com o Legislativo nessas campanhas. Estamos felizes pela parceria porque quando os parlamentares se envolvem, a abrangência do trabalho que está sendo feito fica muito maior”, salientou.
No Maranhão, o Unicef foca sua atuação nos territórios que concentram as maiores populações de crianças e adolescentes excluídos e vulneráveis. Em cada território, desenvolve estratégias específicas voltadas aos desafios locais nas áreas de saúde, educação, proteção e participação social de crianças e adolescentes, além de monitorar os resultados alcançados.

O Instituto Completa divulgou novos números da corrida eleitoral em São Luís. O cenário é praticamente o mesmo das pesquisas anteriores da EPO e Econométrica, mas mostra uma tendência de crescimento do presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Victor (PSDB). Na liderança segue o prefeito Eduardo Braide (PSD), seguido de Duarte Júnior (PSB) e o ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior (sem partido).
No cenário estimulado, Braide tem 31,1%; Duarte 18,5%, Edivaldo 13,8%, abaixo dos dois dígitos o pelotão é liderado por Neto Evangelista (União) com 9,1%, depois vem Wellington do Curso (Podemos), 5,4%; Paulo Victor com 5,2%; Dr Yglesio (PSB), 4,7% e Carlos Lula 4,3%. Branco e nulo somaram 4% e não souberam ou não responderam 3,9%.

Na rejeição, o ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior lidera, porém ainda não inviabiliza sua pré-candidatura. Ele aparece com 16,7%, seguido de Braide com 16%. Dr Yglesio é o menos rejeitado com 4,9%.

A Pesquisa Completa foi realizada entre os dias 5 e 8 de julho de 2023, ouvindo 975 eleitores. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou menos.
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão divulgou, por meio da Resolução Administrativa 976/2023, os nomes dos deputados que integrarão a Comissão de Representação Interna, designada para atuar durante o recesso parlamentar. O período de recesso vai até o dia 31 de julho de 2023.
Conforme o documento, foram designados os deputados Wellington do Curso (PSC), Ricardo Rios (PCdoB), Neto Evangelista (UNIÃO), Solange Almeida (PL) e Ana do Gás (PCdoB).
A Comissão de Representação Interna ficará responsável pelas questões inadiáveis surgidas durante o recesso, atendendo ao disposto na Constituição Estadual.
Os parlamentares terão o papel de realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil, receber petições, reclamações, representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos das autoridades públicas.

O deputado estadual Wellington do Curso (PSC) protocolou um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Maranhão para obrigar a instalação de mangueiras transparentes nas bombas dos postos de combustíveis. O PL n° 420/2023 prevê que o estabelecimento que descumprir a norma poderá ser penalizado com advertência, multa de R$ 5 mil por infração e até suspensão temporária das atividades.
De acordo com o parlamentar, o projeto tem como objetivo proteger o consumidor de fraudes e lesões no Maranhão.
“O objetivo do PL é proteger o consumidor maranhense. Há uma crescente reclamação de adulteração na qualidade dos combustíveis e também de que o valor pago não corresponde a quantidade depositada no tanque dos veículos. Com mangueiras transparentes, o consumidor poderá confirmar se de fato está recebendo a quantidade paga. A medida dará maior segurança ao cidadão maranhense”, disse Wellington do Curso.

Após sofrer uma queda em sua residência em São Luís, o ex-presidente da República, José Sarney, 93 anos, foi internado no UDI Hospital no domingo, 16 de julho. Ao passar por uma série de exames foi identificado uma pequena isquemia cerebral, ou seja, um acidente vascular cerebral, porém sem grandes consequências e efeitos colaterais.
Mesmo com o AVC sofrido por Sarney, a previsão é que ele tenha alta em 24 horas do hospital.


A extinção do Pecim (Programa de Escolas Cívico-Militares) pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) deve ter poucos efeitos práticos na maioria das unidades da Federação. Levantamento do Poder360 mostra que, das 27 UFs, só Alagoas confirmou que encerrará por completo a participação de militares. Ao menos 19 pretendem manter ou readequar o modelo e 7 ainda não decidiram.
O governo anunciou na 4ª feira (12.jul.2023) a extinção do programa criado em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nele, profissionais civis eram responsáveis pela área pedagógica das escolas enquanto militares –policiais, bombeiros ou membros das Forças Armadas– cuidavam da parte administrativa.
Até 2022, segundo dados do Ministério da Educação, 200 escolas em todo o país aderiram ao Pecim, com um total de 120 mil alunos atendidos. A maior parte (54 unidades), na região Sul.
O desejo de manter o programa funcionando, no entanto, não é só de governadores alinhados a Bolsonaro. No Maranhão, Carlos Brandão (PSB) –eleito com o apoio do atual ministro Flávio Dino (Justiça)– pretende manter o modelo.
Em mais de uma ocasião, Brandão defendeu as escolas cívico-militares e disse que pretendia ampliar a participação de militares em outros municípios. Depois do anúncio do governo federal, seu vice Felipe Camarão (PT) disse em seu perfil do Twitter que o governo agiu corretamente.
Quando perguntado por seguidores sobre as ações do governo estadual para acabar com o modelo implementado pelo MEC no governo anterior, Camarão disse que nenhuma ação foi tomada. Afirmou, no entanto, que discorda da continuidade do programa. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar mantêm oito Colégios Militares espalhados pelo Maranhão que seguem a doutrina definida pelo CBMMA e PMMA, com apoio da Secretaria de Estado da Educação(Seduc).
“Não aceitamos a implantação no governo anterior. Temos modelos de escolas militares, vinculadas à nossa PM e CB. Oito no total. Excelentes, por sinal. Mas seguem um modelo diferente do proposto pelo (des)governo anterior. O governo local manterá as relações das escolas municipais com a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, apesar de não ser a prioridade na área da Educação”, declarou Camarão. (Com Poder 360)

Só vi uma pessoa recusar convite para ser ministro do Supremo Tribunal Federal: Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, advogado, ex-deputado federal à época da Assembleia Nacional Constituinte de 1988, e amigo, põe amigo nisso, de Lula.
Tão amigo que era um dos poucos convidados todos os anos para a festa familiar de aniversário de Lula. José Dirceu, Antonio Palocci e outros eram convidados para a festa pública. Sigmaringa, ou Sig, estava no avião que levou Lula preso para Curitiba.
Uma vez, perguntei a Sig por que ele recusou o convite de Lula para ser ministro do Supremo Tribunal Federal. Ele respondeu, modesto, que não se sentia à altura do cargo, que era um simples advogado, e que havia nomes melhores do que o dele.
O PT, ou parte dele, infla o nome de Flávio Dino (PSB-MA), ministro da Justiça, para candidato à vaga a ser aberta no Supremo com a aposentadoria da ministra Rosa Weber, ainda este ano. Dino já foi juiz federal. Seria muito bem recebido no Supremo.
Mas não é isso o que move a campanha do PT por Dino. O partido quer Dino fora da eleição de 2026 e ambiciona o lugar dele de ministro da Justiça, dono de um dos maiores orçamentos do governo. Dino só perde em popularidade para Fernando Haddad.
Dino chegou a pensar em se candidatar a presidente da República no ano passado, mas desistiu e apoiou Lula. Se Lula se candidatar à reeleição, o apoiará novamente. Mas, se por qualquer razão, Lula desistir de ser candidato, Dino admite que possa ser.
Daí o desinteresse de Dino por tornar-se ministro do Supremo. Resta saber o que diria, caso Lula o convidasse para tamanho sacrifício. Não foi uma, mas duas vezes que Sig disse não. Pena que não viveu para ver seu amigoypresidente de novo

Desde 1971, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), avalia o potencial carcinogênico de uma série de elementos, de produtos químicos a fatores de estilo de vida. Segundo a entidade, “grupos de cientistas especializados revisam os estudos publicados e avaliam a força das evidências disponíveis de que um agente pode causar câncer em humanos”.
Até agora, mais de mil agentes passaram por esse crivo, sendo que mais de 500 foram enquadrados como “carcinogênicos”, “provavelmente carcinogênicos” ou “possivelmente carcinogênicos” para humanos.
De acordo com a oncologista clínica Laura Testa, da Oncologia D’Or e chefe do Grupo de Oncologia Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), trata-se de um trabalho muito valioso, porque as evidências científicas estão fragmentadas. “E a Iarc compila esses dados”, diz.
A nutricionista Maria Eduarda Melo, da área técnica de Alimentação, Nutrição, Atividade física e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca), ressalta que essa análise é feita em cima de três tipos de pesquisas: experimentais (em animais), em humanos e investigações sobre mecanismos de ação que possam explicar a relação entre determinado elemento e o câncer. “Os cientistas levam em conta a qualidade desses estudos, para garantir o melhor nível possível de evidência ao classificar uma substância”, aponta.
É importante destacar que a missão da Iarc é simplesmente categorizar cada item – eles não chegam a descrever detalhes como a dose ou frequência de exposição necessárias para um elemento de fato causar um tumor.
“A Iarc busca classificar as substâncias de acordo com seu potencial cancerígeno para, principalmente, informar a população e os sistemas de saúde sobre os riscos que determinadas substâncias podem representar”, esclarece o oncologista Felipe Coimbra, líder do Centro de Referência em Tumores do Aparelho Digestivo Alto do A.C. Camargo Cancer Center (SP).
Depois dessa avaliação minuciosa, os pesquisadores classificam cada item em basicamente quatro categorias. Entenda mais sobre elas:
GRUPO 1
Aqui entram os elementos considerados carcinogênicos para humanos – ou seja, merecem o nível máximo de atenção. “Para fazer parte dessa categoria, é porque existe evidência suficiente em humanos de que determinada substância causa câncer”, resume Maria Eduarda. Outra possibilidade para um elemento ser julgado como carcinogênico é quando os cientistas encontram estudos de boa qualidade em animais e um mecanismo que justifique o motivo de causar a doença.
Nesse grupo, estão 126 agentes. Entre eles, há velhos conhecidos, como cigarro, álcool, radiação solar, poluição e consumo de carne processada (salsicha, bacon, linguiça e companhia). Também dá para citar infecção pela bactéria H pylori, infecção crônica por hepatite C, alguns tipos de HPV, poeira da madeira, atuar como pintor, etc.
GRUPO 2A
São os agentes definidos como provavelmente carcinogênicos para humanos. Nesse caso, existe evidência limitada de carcinogenicidade em seres humanos, mas há um conjunto suficiente de indícios mostrando que a substância é promotora de câncer em estudos experimentais, isto é, em animais.
Agrupados aqui, temos 94 agentes. Entre eles, estão: carne vermelha, anabolizantes, atuação profissional como cabeleireiro ou barbeiro, glifosato (um agrotóxico), trabalho noturno (quando prejudica o ciclo circadiano) e ingestão de bebidas muito quentes (acima de 65 °C).
GRUPO 2B
Ficam agrupados, aqui, os agentes classificados como possivelmente cancerígenos. A diferença em relação ao grupo 2A diz respeito ao nível de evidências científicas. No grupo 2B, elas são limitadas – tanto em seres humanos como em animais. É nessa classe que o aspartame acaba de ser incluído.
O adoçante artificial se junta, portanto, a uma lista de 322 agentes. Alguns exemplos: extrato de aloe vera, atividade de carpintaria e marcenaria, escapamento de motor a gasolina e extrato de ginkgo biloba.
GRUPO 3
Ele agrega os agentes que não são classificáveis quanto à sua carcinogenicidade para humanos. De acordo com Maria Eduarda, significa que a evidência em estudos humanos é inadequada, e as provas em estudos experimentais são insuficientes. Além disso, o mecanismo capaz de justificar o potencial cancerígeno em animais não seria plausível para seres humanos. Mas, ainda segundo a nutricionista, com o avanço da ciência, a classificação pode mudar.
Alguns agentes alocados no grupo 3: iluminação fluorescente, produtos para coloração de cabelo, mate (não muito quente), implantes mamários de silicone e chá. No total, são 500 compostos.
Pesquisadores de vários países fazem parte da Iarc – inclusive, o Inca está no conselho científico da entidade. Quando eles se reúnem, discutem quais substâncias serão prioritárias para os próximos cinco anos, e que provavelmente vão sair nessa lista. “Eles podem decidir analisar tanto algo inédito como um elemento que já foi avaliado, mas, na época, não encontraram pesquisas suficientes sobre o tema”, esclarece Maria Eduarda. (Estadão)

O deputado estadual Júnior Cascaria (Podemos), usou a tribuna em sessão plenária nesta quarta feira (12), para parabenizar o circuito de vaquejada que acontece no interior do estado e para fazer um balanço dos seis primeiros meses de mandato na Assembleia Legislativa.
“Quero parabenizar os organizadores, Paulo Maratá de Trizidela do Vale e o empresário e ex-prefeito Breado de Igarapé Grande que organizaram duas grandes vaquejadas no Médio Mearim com recorde de público. O esporte de vaquejada além de muito apreciado pelos maranhenses, movimenta a economia das cidades e gera empregos diretos e indiretos”, frisou o parlamentar.
Durante o seu pronunciamento, o deputado Júnior Cascaria fez uma prestação de contas do seu primeiro semestre na Assembleia Legislativa.
“Estamos encerrando hoje nosso primeiro semestre com muita gratidão ao povo do Maranhão. Destaco entre minhas ações, a assistência às famílias desabrigadas no interior do estado em razão dos alagamentos no início do ano. Destinei emendas para a Saúde e para o São João do município de Poção de Pedras, além de indicações para a recuperação da MA 122, que liga Lima Campos a Pedreiras, MA-146, que liga Bacabal a Lago da Pedra e MA 012, no trecho que liga o Povoado Cariri ao município de Esperantinópolis e estou finalizando o semestre com o projeto de lei que institui a Semana Estadual de Conscientização e prevenção da Síndrome do Pânico, que tenho certeza que será aprovado por esta casa”, finalizou Júnior Cascaria.

A federação partidária Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) recebeu, nesta sexta-feira(14), os pré-candidatos a prefeito de São Luís Duarte Jr.(PSB) e Edivaldo Holanda Jr.(sem partido).
Ambos apresentaram às siglas a proposta de ter um indicado delas como candidato a vice-prefeito de São Luís na eleição do ano que vem.
Edivaldo, por ora, segue sem partido, mas está alinhavando uma entrada no Podemos, via deputado federal Fábio Macedo.
As reuniões foram realizadas na sede do PT e contou com as presenças dos presidentes dos três partidos no Maranhão, Francimar Melo (PT), Adriano Sarney (PV) e Márcio Jerry (PCdoB).
Márcio Jerry e Francimar Melo avaliaram os dois encontros, realizados nesta sexta-feira (14).
“A direção da Federação Brasil da Esperança no MA (PCdoB, PT e PV) recebeu em proveitosa reunião o companheiro deputado federal Duarte Júnior, que oficializou pedido de apoio à sua candidatura a prefeito de São Luís. Seguimos dialogando com pré-candidatos a prefeito de São Luís. Recebemos a visita do ex-prefeito Edivaldo Júnior, que apresentou sua pré-candidatura. Com muito diálogo no campo oposicionista vamos construir um projeto eleitoral vitorioso para São Luís”, destacou Jerry.