Marquinhos cobra atitude de Braide enquanto São Luís sofre com mais uma greve de ônibus

“A situação só se arrasta porque o prefeito não demonstra interesse em resolver. Ele não gosta de ser contrariado”, afirmou Marquinhos.

São Luís se mantém totalmente parada por mais uma paralisação no transporte coletivo — um drama que atinge mais de 700 mil pessoas e que se repete nos seis anos de gestão de Eduardo Braide. Para o vereador Marquinhos, esse cenário escancara a falta de diálogo e de esforço real da prefeitura para solucionar um problema que já virou rotina.

Segundo o vereador, a cidade vive uma crise previsível e evitável, agravada pela resistência do prefeito em dialogar e em assumir suas responsabilidades. “A situação só se arrasta porque o prefeito não demonstra interesse em resolver. Ele não gosta de ser contrariado”, afirmou.

Marquinhos destacou ainda a incoerência do vídeo divulgado por Braide, no qual o prefeito cita outras capitais que já aprovaram seus orçamentos. O vereador explicou que, ao contrário de São Luís, essas capitais contam com um Executivo que dialoga com o Legislativo — e, sobretudo, não enfrentam greves de ônibus.

O vereador também lamentou que Braide receba lideranças de fora da capital, mas não encontre tempo para ouvir uma comitiva de vereadores de São Luís, eleitos justamente para representar a população que hoje sofre com o caos no transporte.

“Prefeito, assuma seu papel”, reforçou Marquinhos. Ele lamentou ainda que o prefeito tente constantemente criar uma narrativa de perseguição, utilizando discursos que colocam a opinião pública contra a Câmara Municipal, em vez de trabalhar em conjunto pela solução dos problemas.

Por fim, o vereador alertou que, ao tentar politizar temas sensíveis e distorcer fatos para reforçar narrativas próprias, o prefeito prejudica não apenas o Legislativo, mas toda a cidade.

Enquanto São Luís amarga mais um colapso, o vereador reafirma seu compromisso em cobrar atitude, responsabilidade e diálogo, porque a população não pode seguir refém de problemas que precisam de solução urgente, mas não têm prioridade na gestão Braide.

Ricardo Arruda destaca gestão de Carlos Brandão como a que mais trabalha por São Luís

Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quarta-feira (4), o deputado estadual Ricardo Arruda (MDB) destacou a gestão do governador Carlos Brandão como a que mais tem trabalhado por São Luís e pela Região Metropolitana.

Segundo o parlamentar, as grandes obras que hoje transformam a capital são resultado dos investimentos do Governo do Estado. Entre elas, Arruda citou a Avenida Metropolitana, que cria um novo anel viário, interligando bairros e municípios e melhorando significativamente a mobilidade urbana.

O deputado também ressaltou a extensão da Avenida Litorânea, classificando a obra como um marco histórico. “O que foi feito em 30 anos, o governador Carlos Brandão fez em apenas três anos. Além de ser uma obra turística, é também uma obra de infraestrutura viária, porque cria mais uma alça de escoamento de tráfego naquele grande vetor de crescimento da região do Araçagy”, afirmou.

Ricardo Arruda lembrou ainda intervenções como a MA-003, que eliminou engarrafamentos frequentes, e a Estrada de Santana, em São José de Ribamar, beneficiando diretamente mais de 40 mil pessoas.

Na área de urbanização e turismo, o parlamentar destacou as obras na Lagoa da Jansen e na Ponta d’Areia, com ênfase na inauguração da Praça do Sol, que se consolidou como novo espaço de lazer, convivência e atração turística da capital.

Na saúde, Arruda citou o fortalecimento das UPAs, a ampliação dos leitos do Hospital da Ilha e a implantação da Unidade de Tratamento de Queimados, ações que ampliam a capacidade e a qualidade do atendimento à população.

O deputado também ressaltou o impacto econômico dos grandes eventos culturais promovidos pelo Governo do Estado, que movimentam setores como hotelaria, alimentação, comércio e serviços, gerando emprego e renda em São Luís.

Ao encerrar, Ricardo Arruda afirmou que, em pouco mais de três anos, o governador Carlos Brandão realizou ações históricas por São Luís, consolidando-se como um dos maiores gestores da capital e da Região Metropolitana.

Iracema Vale destaca maturidade institucional e compromisso com o Maranhão na abertura dos trabalhos legislativos

Em sessão solene realizada nesta segunda-feira (02), a Assembleia Legislativa do Maranhão deu início aos trabalhos da 4ª Sessão Legislativa da 20ª legislatura. Em discurso de abertura, a presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB), deu um tom de resiliência e foco na estabilidade democrática, reafirmando o papel do Parlamento como pilar fundamental de sustentação do Estado.

Primeira mulher a comandar o Legislativo maranhense, Iracema Vale destacou que a gestão atravessou desafios inéditos nos últimos anos, mas que a resposta da instituição foi pautada pelo equilíbrio. A parlamentar afirmou que o que trouxe a Casa até este momento não foi o silêncio ou o improviso, mas uma decisão consciente de manter a instituição de pé e respeitada, mesmo diante de tentativas de conflito.

Durante o pronunciamento, a presidente da Alema fez um balanço da condução administrativa e política da Assembleia, enfatizando que o Parlamento jamais parou suas atividades ou permitiu que o interesse coletivo fosse substituído por disputas pessoais.

“A modernização da Casa, o resgate da memória institucional e a valorização dos servidores aproximaram o Legislativo da vida real dos maranhenses”, pontuou.

Arquiteta destaca, no ‘Café com Notícias’, a influência do ambiente na qualidade do sono

Durante entrevista ao programa Café com Notícias, da TV Assembleia Maranhão, nesta terça-feira (20), a arquiteta Fabíola Ramos chamou atenção para a forte relação entre o ambiente físico, os hábitos cotidianos e a qualidade do sono. Criadora do método “Quarto Vivo”, a especialista explicou como ajustes simples no espaço onde se dorme podem impactar diretamente a saúde e o bem-estar.

Cerca de 70% da população brasileira sofre com algum tipo de distúrbio do sono. A partir desse dado, Fabíola ressaltou que a arquitetura exerce influência direta sobre o corpo e a mente, uma vez que não existem ambientes neutros. 

Segundo ela, todos os espaços provocam estímulos, positivos ou negativos. O foco do método “Quarto Vivo” é justamente o dormitório, local onde as pessoas passam, em média, de sete a oito horas por dia, período fundamental para um sono verdadeiramente regenerador.

Um dos pontos centrais da entrevista foi o conflito entre trabalho e descanso, especialmente com a popularização do home office. Fabíola alertou que manter um escritório dentro do quarto pode confundir o cérebro, que deixa de reconhecer aquele espaço como local de repouso. 

“Higiene do sono”

A recomendação ideal é separar os ambientes. Quando isso não é possível, a arquiteta sugere estratégias para minimizar os impactos, como fechar o computador e guardá-lo fora do campo de visão antes de dormir. Outra orientação relacionada à chamada “higiene do sono” é anotar as tarefas do dia seguinte em um papel, ajudando a reduzir a ansiedade e as preocupações noturnas.

A especialista também abordou estímulos ambientais negativos que costumam passar despercebidos. Entre eles, a qualidade do ar, que pode ser pior dentro de casa do que fora, tornando essencial a renovação do ambiente com a abertura de janelas. 

Fabíola destacou a importância da limpeza regular do ar-condicionado e mencionou detalhes técnicos, como evitar canos de água atrás da cabeceira da cama, pois ruídos e vibrações podem acionar, de forma inconsciente, mecanismos de alerta no organismo.

Outro fator apontado foi a poluição luminosa. Luzes de aparelhos eletrônicos, como LEDs de televisores e aparelhos de ar-condicionado, além da luz azul emitida por telas, prejudicam a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução do sono. De acordo com a arquiteta, o corpo necessita de ausência total de luz para alcançar um sono profundo e reparador.

Ao falar sobre mudanças de hábito, Fabíola defendeu uma transição gradual. Para ela, alterações bruscas tendem a não se sustentar ao longo do tempo. A sugestão é buscar referências positivas, como o conforto de quartos de hotel, investindo em lençóis de qualidade e em um colchão adequado. 

“Sustentabilidade na Prática” detalha os estudos para melhoria da gestão de resíduos sólidos no Maranhão

Pesquisas acadêmicas realizadas com o objetivo de alcançar a melhoria da gestão de resíduos sólidos no Maranhão foram o tema abordado, na manhã desta segunda-feira (19), no programa “Sustentabilidade na Prática”, da Rádio Assembleia (96,9 FM).

Os geógrafos Roberto Victor Costa Batista e Daniele Rufino fizeram uma ampla explanação sobre o uso de geotecnologias para mapeamento de resíduos em São Luís e sobre a dinâmica dos catadores de materiais recicláveis em municípios da Baixada Maranhense. 

Durante o programa, apresentado pela radialista Maria Regina Telles, os dois pesquisadores, acadêmicos do Curso de Geografia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), observaram que a gestão de resíduos sólidos em cidades brasileiras é uma questão que gera intensos debates porque, quando mal feita, resulta em impactos negativos para o paisagismo e, principalmente, para o meio ambiente: contaminação de solos e água; proliferação de vetores de doenças e entupimento de bueiros.

Roberto Victor discorreu sobre sua pesquisa intitulada “Uso de Geotecnologias para o Mapeamento de Resíduos Sólidos na Avenida Moçambique, São Luís – Maranhão”, realizada com a proposta de mapear os pontos de descarte desses resíduos no trecho da via que abrange os bairros Anjo da Guarda e São Raimundo, na região Itaqui-Bacanga.

Para Roberto Victor, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que estabelece regras para o manejo e gestão dos resíduos sólidos, ainda enfrenta diversos desafios em sua aplicação.

“Os principais entraves estão ligados à falta de infraestrutura dos municípios, descontinuidade das políticas públicas e falta de investimentos contínuos em educação ambiental. No caso de São Luís, isso fica mais evidente nas áreas periféricas, onde os serviços de coleta são limitados e o descarte irregular se torna uma prática cotidiana”, afirmou Roberto Victor.

Júnior Cascaria entrega cestas básicas e equipamentos esportivos em Peritoró

O deputado estadual Júnior Cascaria (Podemos) realizou, na quinta-feira (15), mais uma ação social voltada ao fortalecimento das comunidades, com a entrega de cestas básicas e equipamentos esportivos no povoado Vila Vitória, no município de Peritoró. A iniciativa reforça o compromisso do parlamentar com a promoção da cidadania, da inclusão social e do incentivo ao esporte.

A entrega das cestas básicas contou com o apoio da comunidade e teve como ponto de recepção a residência do senhor Francisco, conhecido como Dadá, e de sua esposa Luzia, tia do vereador Naldo Imperial, da cidade de Castanhal, no Pará. A ação beneficiou diversas famílias, garantindo alimento e dignidade a quem mais precisa.

Além do apoio alimentar, o deputado realizou a entrega de 45 equipagens esportivas destinadas a times de futebol formados por jovens e adultos do Vila Vitória. O material esportivo contribui para o fortalecimento das atividades comunitárias, incentivando a prática esportiva, a integração social e a formação cidadã. 

Autor da Lei do Primeiro Emprego para a Enfermagem, deputado Catulé Júnior celebra sanção com o Coren-MA

O deputado estadual Catulé Júnior (PP) celebrou, na tarde de quarta-feira (14), a sanção da Lei nº 12.779/2026, que institui a Política Estadual do Primeiro Emprego para Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem recém-formados no Maranhão, durante encontro com membros do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA).

Autor da proposta, o parlamentar esteve na sede do Coren levando a publicação oficial da lei no Diário Oficial do Estado, sancionada pelo governador Carlos Brandão no último dia 6.

A conselheira do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Kelly Inaiane Dias, destacou o papel decisivo do deputado na tramitação da matéria. “Levamos essa provocação para ele, o projeto tramitou e, hoje, nós temos essa lei, que é um grande avanço para a categoria. Sabemos que não é todo dia que encontramos um deputado que realmente atue pela classe, e nós só temos que agradecer ao deputado Catulé por tudo que vem fazendo por nós”, afirmou.

Na mesma linha, o presidente do Coren-MA, José Carlos Júnior, ressaltou o impacto histórico da legislação. “Queremos dizer para a enfermagem do Maranhão da importância desse marco na legislação estadual. Deputado Catulé Júnior, deputado atuante que olhou e abraçou a enfermagem, e hoje temos essa lei que já está ativa”, declarou.

Respeito à categoria

Para o conselheiro Manoel Daniel Neto, a sanção da norma reforça o respeito institucional à categoria. “Isso mostra o compromisso e o respeito com a enfermagem”, pontuou.

Em seu pronunciamento, Catulé Júnior relembrou a construção coletiva da proposta e reafirmou a abertura do mandato ao diálogo com os profissionais da área. “Através do diálogo, os representantes da enfermagem do Maranhão nos procuraram no nosso gabinete. Fizemos essa proposição que hoje é lei. Fico muito feliz que o nosso mandato tenha sido instrumento de avanço para a nossa sociedade. Me coloco mais uma vez à disposição do Coren-MA e de todos os profissionais da enfermagem. Ideias que venham a favorecer essa classe tão importante para o nosso estado e nossas cidades podem contar conosco”, afirmou o deputado.

‘Café com Notícias”: Especialista destaca a cirurgia bariátrica como procedimento essencial no tratamento da obesidade

A obesidade segue como um dos principais desafios de saúde pública no Brasil. O tema foi debatido no programa Café Notícias, da TV Assembleia Maranhão, nesta quarta-feira (14), durante entrevista com o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Giuliano Peixoto Campelo, representante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Na conversa, o especialista ressaltou que, apesar do avanço de medicamentos como Ozempic e Mounjaro, a cirurgia bariátrica continua sendo um tratamento fundamental para pacientes com obesidade moderada a grave. Segundo ele, cerca de 1% das cirurgias bariátricas realizadas no país ocorrem no Maranhão.

De acordo com Dr. Giuliano, os medicamentos têm apresentado bons resultados em pacientes com obesidade grau 1 ou sobrepeso. No entanto, em casos mais avançados ou associados a doenças como diabetes e hipertensão de difícil controle, a cirurgia permanece como a principal alternativa terapêutica. 

“Para pacientes com obesidade extrema ou diabetes grave, a cirurgia não deve ser encarada como última opção, mas como a primeira, para evitar complicações fatais”, explicou.

Reganho de peso

Durante a entrevista, o médico reforçou que a obesidade é uma doença crônica, sem cura definitiva, mas passível de controle contínuo. Ele alertou que cerca de 85% dos pacientes que interrompem o uso de medicamentos voltam a ganhar peso. 

Já no caso da cirurgia bariátrica, o reganho ocorre em aproximadamente 20% a 30% dos pacientes após cinco anos, geralmente associado ao abandono do acompanhamento médico, ao consumo excessivo de álcool ou a questões psicológicas não tratadas.

O especialista também esclareceu os critérios atuais para a realização da cirurgia. O procedimento é indicado para pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 35, desde que apresentem doenças associadas, como diabetes, hipertensão ou gordura no fígado, e para aqueles com IMC acima de 40, mesmo sem comorbidades. 

Quanto à idade, o Conselho Federal de Medicina passou a permitir a cirurgia a partir dos 16 anos. Entre 14 e 16 anos, o procedimento só pode ser realizado em protocolos de pesquisa específicos.

Outro ponto abordado foi o estigma social relacionado à obesidade. Dr. Giuliano destacou que apenas cerca de 3% dos pacientes conseguem controlar a doença exclusivamente com dieta e atividade física. 

Ele comparou a obesidade a outras enfermidades, defendendo que o tratamento deve ser ajustado quando não apresenta resultados. “Não se pode responsabilizar o paciente dizendo apenas para comer menos e caminhar. A obesidade precisa ser tratada como qualquer outra doença”, afirmou.

Flanelinhas impõem medo e cobram estacionamento ilegal na orla de São Luís

Uma denúncia feita por uma moradora de São Luís reacendeu o alerta sobre uma prática antiga e cada vez mais abusiva: flanelinhas que se apropriam de vias públicas para cobrar, de forma ilegal, por estacionamento, especialmente na orla da Avenida Litorânea.

No vídeo que circula nas redes sociais, uma mulher relata ter sido coagida a pagar R$ 40,00 para estacionar e retirar seu veículo de uma vaga pública. Segundo o relato, o esquema inclui bloqueio de vagas com cones, cobrança antecipada e nova cobrança na saída, sempre acompanhadas de intimidação.

O momento mais grave ocorre quando o carro da vítima é impedido de sair, após uma motocicleta ser colocada atrás do veículo. A liberação só aconteceu quando os flanelinhas perceberam que a polícia seria acionada.

A tentativa de contato com o 190 não teve sucesso, o que reforça a sensação de abandono em áreas que deveriam ter fiscalização permanente, sobretudo em pontos turísticos.

A cobrança por estacionamento em via pública é ilegal. Quando acompanhada de ameaça, ainda que velada, configura constrangimento e possível extorsão. A prática não se limita à Litorânea: ocorre também em praças, praias, eventos, hospitais e estádios, atingindo moradores e turistas.

Além do medo imposto à população, a situação prejudica o turismo, afeta a economia local e compromete a imagem de São Luís como cidade acolhedora e segura.

Especialistas defendem a criação de uma operação municipal permanente para coibir práticas abusivas de flanelinhas, com fiscalização em áreas de grande circulação, retirada de bloqueios irregulares e atuação integrada da Guarda Municipal, SMTT e forças de segurança.

Enquanto o poder público não age de forma efetiva, o cidadão segue pagando a conta da omissão. O estacionamento é público, mas o medo virou privado — e cotidiano.

“Uso das canetas emagrecedoras requer orientação médica”, alerta nutricionista no ‘Diário da Manhã’

A nutricionista clínica e esportiva, Carol Carvalho, alertou sobre os riscos do uso das chamadas canetas emagrecedoras, sem prescrição médica, durante entrevista, nesta terça-feira (13), ao ‘Diário da Manhã’, da Rádio Assembleia e TV Assembleia.

“O que funciona para uma pessoa, pode não funcionar para outra. É necessário passar por uma avaliação médica, como um nutrólogo, para ver as questões hormonais e se tem que fazer uma regulação, tanto para melhorar a qualidade de vida e o lado estético. O uso das canetas emagrecedoras favorece, mas o perigo é usá-las da forma incorreta”, afirmou.

A especialista lembrou, que, por conta da procura desenfreada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu, no fim do ano passado, um alerta sobre a compra e consumo desses medicamentos; e que a venda e o uso de canetas emagrecedoras falsas representam um sério risco à saúde, além de ser considerado um crime hediondo no país.

“O uso de versões manipuladas ou de origem desconhecida é uma prática perigosa, uma vez que as pessoas são expostas ao uso de um medicamento fora dessas regulamentações, os riscos dela, com certeza, são exacerbados. Desde a ausência de uma resposta ideal, como as contaminantes. O medicamento só é vendido com apresentação e retenção da receita médica”, explicou.

Por fim, ela registou que popularizadas por influenciadores e celebridades, as canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, vêm sendo cada vez mais buscadas por pessoas que desejam emagrecer de forma rápida, muitas vezes sem orientação médica e sem nenhum critério.