
Inauguradas nesta quinta-feira (6) as novas instalações do Posto Avançado do Detran-MA em Rosário. O posto, que funciona em parceria com a Prefeitura de Rosário, já existe há mais de um ano e, para garantir mais conforto e melhorar o atendimento aos cidadãos, conta agora com um novo prédio, mais amplo e estruturado para a prestação de serviços tanto para a população do município quanto de toda a Região do Munim. No total, o Detran conta com 12 Postos Avançados de atendimento no estado e 15 Ciretrans.
A solenidade contou com a presença do secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela; do diretor geral do Detran-MA, Francisco Nagib; do prefeito de Rosário, José Nilton Calvet Filho; do diretor Operacional do Detran-MA, David Ximenes; da chefe do Posto Avançado do Detran-MA em Rosário, Juliana Alves dos Santos Sarmento; vereadores e autoridades civis e militares.
“É com muita alegria que entregamos à cidade de Rosário um Posto Avançado do Detran, para atender os cidadãos nas regularizações das atividades de trânsito, em uma parceria muito clara com o Município. É importante fazer isto porque motoristas e pedestres estão no mesmo espaço social e precisam compartilhá-lo com responsabilidade e segurança, para que possamos evitar lesões e a tragédia social causada pelas mortes no trânsito. Para isso, estamos aqui, de braços dados, Governo do Estado e Município”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela.
Aproximação
O diretor geral do Detran-MA, Francisco Nagib, destacou o projeto de aproximação do órgão com a população de todo o estado. “Hoje Rosário está em festa. Por determinação do governador Flávio Dino e do nosso secretário Jefferson Portela, quero dizer à população que o Governo do Estado está presente em sua cidade com muitos serviços, entre eles, o Detran, que agora, conta com esse Posto Avançado, ainda mais estruturado para a melhor prestação de serviços e com instalações que proporcionam maior conforto para os servidores e para os usuários, graças à parceria com a Prefeitura de Rosário. Nossa missão é aproximar cada vez mais o Detran da população. Estamos aqui para contribuir e dizer que é possível sim, estreitar, aproximar. Contem sempre com o Governo do Estado e com o Detran”, afirmou Francisco Nagib.

O prefeito Calvet Filho agradeceu a parceria e enfatizou a importância da aproximação do Governo à população. “Estamos muito felizes com a presença do secretário Jefferson Portela e do diretor Francisco Nagib. É uma honra para todos nós, porque estamos vendo a cada dia a aproximação do Governo do Estado, a sensibilidade do governador Flávio Dino em trabalhar por nossa população, fazendo com que nosso povo seja bem atendido, tenha conforto e comodidade e é isso que nós primamos, o bem-estar social de toda a população de Rosário”, disse ele.
Cooperação Técnica
Durante a solenidade foi assinado o Termo de Cooperação Técnica pelos gestores para oficialização da parceria entre o Detran-MA e a Prefeitura de Rosário, que garante o funcionamento do Posto Avançado

Na semana em que se comemora o Dia das Mães, o Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), realizou, na quinta-feira, 6, uma homenagem especial para as mães que trabalham no Órgão. Na ocasião, o diretor-geral Francisco Nagib presenteou as servidoras com kits de produtos de beleza e rosas amarelas, para lembrar também a Campanha Maio Amarelo, que têm como objetivo a redução de acidentes no trânsito.
A ação, organizada pela Coordenação de Educação para o Trânsito, aconteceu no hall de atendimento da sede do Detran-MA, na Vila Palmeira, antes do início do expediente de atendimento ao público, e contou com a presença de servidoras de vários setores do Órgão.
Durante a homenagem, Francisco Nagib agradeceu o apoio que tem recebido de todos os servidores, desde que assumiu a direção geral do Detran-MA e lembrou a importância das mães nestes momentos difíceis pelos quais o mundo está passando.
“Agradeço a Deus por estarmos aqui. Muitas mães têm o que comemorar, outras não, infelizmente, por terem perdido um filho para a pandemia. Homenageio as mães que perderam seus filhos e os filhos que perderam suas mães. Gerar uma pessoa é uma dádiva divina que só vocês, mulheres, têm. Agradeço a todas as mães pela dedicação, amor e carinho”, afirmou Francisco Nagib em sua mensagem às mães servidoras do Detran.

As servidoras que participaram do evento aprovaram a ação e se emocionaram. “Linda demais essa homenagem. O diretor está de parabéns por nos proporcionar um momento tão emocionante e maravilhoso”, afirmou Dionete Gonçalves Barbosa, servidora do Detran-MA há 20 anos, e mãe de dois filhos.
Para Clenis Abreu Diniz, do setor de Serviços Gerais, que entrou no Detran-MA há pouco mais de uma semana, e é mãe de duas filhas, a ação foi como uma recepção de boas-vindas. “Fui muito bem recebida e agora, com esta homenagem, me sinto ainda mais feliz por estar aqui. Tudo muito lindo. Obrigada”, disse ela, feliz.

O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) lançou, na manhã desta segunda-feira,3, durante coletiva de imprensa, a campanha do Movimento Maio Amarelo 2021, no Maranhão. Durante todo o mês de maio, o Órgão realizará uma série de ações educativas, para conscientizar e sensibilizar a população acerca dos riscos do comportamento inadequado no trânsito. Devido à pandemia, as atividades presenciais serão substituídas por ações virtuais.
O lançamento foi feito pelo diretor geral do Detran-MA, Francisco Nagib, e pelo secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela. Também estiveram presentes à solenidade, o presidente da Agência de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), Daniel Carvalho; o comandante Geral da Polícia Militar (PM-MA), Coronel Pedro Ribeiro; o comandante do Batalhão da Polícia Militar Rodoviária (BPRV), Tenente Coronel Joanilson Mota; a prefeita de Axixá, Sônia Campos, representando os municípios; e também representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e membros do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran-MA).

O Movimento Maio Amarelo é uma campanha de conscientização da sociedade, com o objetivo de reduzir o número de acidentes de trânsito. No Brasil, a campanha é coordenada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Neste ano, o tema é “Respeito e Responsabilidade: Pratique no Trânsito”.
Durante a coletiva, Francisco Nagib ressaltou os objetivos do Movimento Maio Amarelo. “O número de mortes no trânsito é equivalente ao de uma pandemia, e a vacina para isso é a conscientização das pessoas para a importância de um comportamento correto que deixe o trânsito mais seguro para todos”, destacou o diretor geral do Detran-MA.
O secretário Jefferson Portela falou sobre a importância do papel do Detran-MA para a segurança pública. “Este é um órgão de trabalho sistemático que envolve regulação, controle e principalmente educação para o trânsito. E eu acredito que o diretor Francisco Nagib, com sua experiência de gestor, juntamente com sua equipe, vai continuar os trabalhos diários do Detran-MA em defesa da vida e da paz no trânsito”, afirmou ele.
O presidente da MOB, Daniel Carvalho, destacou a relevância do Movimento Maio Amarelo. “Esta é uma campanha importante para lembrar que acidentes de trânsito ainda são uma das maiores causas de mortes no mundo, e portanto, nós devemos nos conscientizar para nos proteger e proteger a todos através de atitudes corretas no trânsito”, pontuou.
O comandante da PM-MA, Coronel Pedro Ribeiro, lembrou que a campanha é uma maneira de reforçar as práticas seguras no trânsito. “O Maio Amarelo mostra o quanto é importante respeitar as regras de trânsito e as individualidades das pessoas, de uma maneira que todos possam ter segurança ao trafegar pelas ruas”, afirmou.
O tenente-coronel Joanilson Mota, comandante do BPRV, revelou que as ações educativas que serão realizadas em parceria com o Detran-MA continuarão respeitando todos os protocolos de segurança sanitária exigidos no combate à Covid-19. “Assim como no ano passado, todos os policiais e educadores que participarem das ações vão estar portando máscara, tendo acesso a álcool em gel e respeitando o distanciamento social”, explicou.
Maio Amarelo em tempos de pandemia
No Maranhão, as ações do Maio Amarelo tiveram início em 2015. Desde então, o Detran-MA tem promovido um cronograma cada vez mais variado, que inclui palestras, ações educativas, atividades culturais e esportivas. No entanto, desde 2020, as atividades presenciais foram reduzidas por conta dos cuidados com a Covid-19. Por isso, os organizadores da campanha estão promovendo a mensagem do Maio Amarelo através das redes sociais @detranma (Instagram), @DetranMA (Facebook) e @detranMa (Twitter); e no site www.detran.ma.gov.br.

A coordenadora de Educação para o Trânsito do Detran-MA, Rositânia de Farias, as adversidades decorrentes da pandemia fazem do Maio Amarelo um evento ainda mais importante para a sociedade. “Nos dias de hoje, a valorização da vida tem estado muito presente no cotidiano das pessoas. Por isso, eu acredito que as campanhas educativas em prol da preservação da vida como o Maio Amarelo, se tornam ainda mais importantes para todos nós”, destacou.

Na manhã desta sexta-feira (30), o vereador Marquinhos (DEM), voltou a defender a inclusão da classe de profissionais do transporte rodoviário e de aplicativos no grupo prioritário da vacinação contra a Covid 19. A afirmação foi feita durante entrevista ao jornalista Clovis Cabalau, no quadro ‘Bastidores’, da TV Mirante, e também ao radialista Marcial Lima, na rádio Mirante AM, onde o vereador explicou a solicitação encaminhada ao prefeito Eduardo Braide (Podemos).
Para Marquinhos, os profissionais de transporte público estão mais expostos ao risco de contágio pelo novo coronavírus. O parlamentar enfatiza que motoristas e cobradores transportam diariamente milhares de passageiros e exercem uma função essencial para a sociedade. "Precisamos preservar esses profissionais que todos os dias estão na linha de frente, transportando os ludovicenses, mas estão expostos a um risco muito grande. Colocá-los no grupo prioritário da vacinação é reconhecer a importância que eles têm para a sociedade", afirmou.

Marquinhos ainda reforçou que pesquisas confirmam que a segunda categoria mais vulnerável ao coronavírus é a dos profissionais de transporte público. A probabilidade de contágio dos trabalhadores é de 71%. “No caso dos motoristas de ônibus, que geralmente estão lotados, a situação é ainda mais preocupante, pois temos em São Luís quase 500 mil usuários do transporte urbano diariamente, e neste cenário, o motorista pode ser infectado e sem querer transmitir para outros passageiros. Além de salvar vidas, essa medida vai proporcionar alívio ao sistema de saúde pública, neste momento crítico que vivemos, com enfermarias e UTIs próximas ao seu limite de ocupação”, finalizou Marquinhos.

“Preciso de alimentos para meus filhos”, diz Raimundo Moreira, 42 anos, ajudante de carpinteiro, numa rua do bairro Calhau, em São Luís. “Estou com fome, ajude, obrigado, paz”, afirma Adriana Lopes, 32, sem profissão, em um canteiro do bairro Vinhais. “Por favor, ajude a comprar uma caixa térmica para trabalhar. Deus abençoe”, pede Jorge Lisboa, 39, camelô, no bairro do Cohatrac. “Estou desempregado, me ajude”, suplica Marcio Mendes, 23, jardineiro, num semáforo da Avenida Jeronimo de Albuquerque. Com o agravamento da pandemia de covid-19, cruzamentos movimentados da capital maranhense são os locais escolhidos por moradores de rua ou desempregados para gritar por socorro, com mensagens transmitidas em pedaços de papelão. Um clamor silencioso para que motoristas, mesmo com vidros fechados de seus carros, ouçam o apelo por comida e emprego.

“Faz oito meses que vim morar na rua. Durmo numa calçada perto de um supermercado. Trabalhava como camelô no Centro, mas desde que começou a pandemia e as lojas foram passaram um tempo fechando ficou cada dia mais difícil para sobreviver. Escolhi vir pro Cohatrac porque aqui o pessoal ajuda mais. Ganho roupa, comida. O ruim é não dormir direito, tem que ficar vigilante para não acontecer nada”, diz Jorge.

“Tenho quatro filhos. O desemprego me fez vir para o sinal pedir ajuda”, conta o ajudante de carpinteiro, Raimundo Moreira. “Arrumo 10, 20, 30 reais. Algumas pessoas dão alimentos. Tenho medo de pegar esse vírus, mas fazer o quê? Antes da pandemia eu fazia bicos com carpintaria. Agora não aparece trabalho. O que eu mais queria era um emprego”, afirma.
SOLIDARIEDADE
Diante do quadro de necessidade extrema de muitas famílias, diversas entidades tem lançado campanhas para arrecadar e distribuir cestas básicas. Uma delas é a Associação Beatriz Silva Costa (ABESC), no Anjo da Guarda, que tem desenvolvido diversas atividades de apoio a famílias carentes da região Itaqui Bacanga “É grande a quantidade de pessoas que nos procuram em busca de alimentos, empregos e até dinheiro para comprar remédios”, destacou o presidente da Abesc, Elinaldo Vaconcelos. ” As ruas nunca deixaram de ter gente pedindo ajuda. Mas percebemos que está voltando a ficar mais cheia, principalmente de mulheres com crianças. É natural, com o aumento do desemprego. Essa campanha é uma forma de diminuir o sofrimento das pessoas que perderam seus empregos, que não podem trabalhar na pandemia, que estão de fato passando necessidades”, comenta.

Diante de tantas pessoas com fome, Elinaldo, que também é epresario, decidiu arregaçar as mangas e começou a buscar parceiros para distribuir as cestas e hoje já são centenas de famílias atendidas.

“Mapeamos algumas comunidades para entregar cestas básicas. Tudo com doações”, conta Elinaldo. “De dois meses para cá a situação está gritante. Cresceu assustadoramente o número de pedintes nas ruas”, atesta. “Só temos visto crescer a lista de famílias para atender e não temos como fazer. É de cortar o coração, das lágrimas descerem. Mas se Deus quiser vai chegar ajuda”, diz o empresário.
Além de alimentos, o grupo precisa de doações de sabonete, máscaras e água mineral. “Muitas vezes as pessoas que estão na rua dizem ‘me dê pelo menos água’. Porque nem sempre chega água mineral para eles tomarem”, informa.
O que doar:
Alimentos não perecíveis (avulsos ou em cestas básicas)
Produtos de limpeza
Produtos de higiene pessoal
Água mineral
Álcool a 70°
Onde doar:
* Associação Beatriz Silva Costa
Rua Inglaterra, 10, Anjo da Guarda.
Contato: (98) 988549481

Com dispensa de licitação, compra de ambulância deverá virar alvo de investigação pelo Ministério Público Estadual
A fama do novo prefeito ostentação do Maranhão anda repercutindo em todo o estado, e não irá demorar muito para que os órgãos fiscalizadores ficarem na cola do prefeito de uma das cidades com o IDH, Índice de Desenvolvimento Humano mais baixos do Brasil.
Júnior Garimpeiro logo nos primeiros dias de mandato adquiriu uma ambulância de pequeno porte, um veículo da montadora Fiat, Fiorino, equipamentos e materiais permanentes pelo valor estratosférico de R$ 441.219,00 (quatrocentos e quarenta e um mil e duzentos e dezenove reais) da piauiense BR COMERCIO DE VEICULOS EIRELI. Os dados estão no diário oficial do dia 27 de janeiro e a compra sem licitação foi realizada com recursos próprios do município no dia 20 de janeiro.

Consultado o valor do veículo no site oficial da montadora o valor do veículo de R$ 77.190,00 se distancia muito do valor gasto por Júnior Garimpeiro, a discrepância é tão grande que a compra escandalizada deverá se tornar alvo de investigação, e o portal Maranhão TV alerta ao Tribunal de Contas do Estado sobre este e os demais contratos realizados pela Prefeitura de Centro Novo do Maranhão.

O modelo adquirido por Garimpeiro é uma Fiorino, um automóvel que sequer ainda é utilizado como ambulância. Levando em consideração as estradas do Maranhão e nosso clima, a Fiorino se torna totalmente incompatível para transportar pessoas doentes, o que mostra total descaso de Garimpeiro por seu povo.
Nas próximas publicações traremos outras aquisições milionárias feitas por Júnior Garimpeiro. (Com informações do Blog Maranhão TV)


(*) Waldir Maranhão
Desde que o Senado Federal, cumprindo determinação do STF, criou a CPI da Covid, a pauta da política nacional voltou-se totalmente para a apuração da responsabilidade do governo no combate à pandemia do novo coronavírus.
A sociedade brasileira precisa, sem dúvida, saber quem errou na condução do processo de enfrentamento da pandemia, que deixou pelo caminho muitos efeitos colaterais que merecem a mesma atenção – ou ainda maior – por parte da classe política.
A CPI, como se sabe, servirá para investigar erros e omissões no campo da pandemia, mas principalmente funcionará como palanque político-eleitoral para muitos políticos, sejam integrantes do colegiado ou não.
A falta de coordenação e a inação do governo federal diante da crise sanitária devem ser investigadas a fundo, assim como os responsáveis por esse descaso merecem a devida punição, sempre dentro do que determina a lei, mas não se pode fechar os olhos para o rastro de miséria que a pandemia deixou em terras brasileiras.
Logo no começo, a pandemia municiou o governo federal para criar um paradoxo que contrapunha, como ainda contrapõe, preservar a saúde e manter a economia em atividade. Não é possível falar em manutenção da economia sem que a saúde esteja minimamente garantida. Em suma, não há economia sem saúde.
Perceber o óbvio pareceu difícil para os integrantes do governo, mas a realidade bateu à porta do Palácio do Planalto. Era preciso dar alguma ajuda financeira à população para que, permanecendo em casa, fosse possível conter o avanço do novo coronavírus. O que se viu ao longo de meses foi exatamente o contrário. O governo estimulou o cidadão a sair em de casa busca da própria sobrevivência, fazendo com que disparassem os números de casos e mortes por Covid-19.
Não demorou muito para que nos deparássemos com um cenário caótico que remete, sem meias palavras, ao genocídio, goste ou não o governo. Caminhando para 400 mil mortes pelo novo coronavírus, o poder público precisa adotar medidas urgentes para reverter um quadro que pode chegar a meio milhão de mortos em poucas semanas.
Enquanto dezenas de milhares de famílias choram seus mortos ou se preocupam com os graves efeitos colaterais de uma de uma doença desconhecida e traiçoeira, outros milhões de brasileiros fazem o impossível para não perder a batalha contra a fome.
Com a redução do valor nominal do auxílio emergencial de R$ 600 para 300, agora para R$ 150, o brasileiro viu desaparecer a possibilidade de ter como colocar alimento em cima da mesa. Não se trata de força de expressão, mas de constatação da dura realidade que impera no país.
Com o novo valor do auxílio emergencial (R$ 150), o Brasil terá 61 milhões de cidadãos na pobreza. Para piorar um quadro que é ruim e extremamente preocupante, mais de 19 milhões de brasileiros estarão em situação de miséria ou extrema pobreza. Os dados são de estudo realizado pelo Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Universidade de São Paulo (Made-USP).
Para ter-se ideia do que isso representa, tomando por base o valor atual do auxílio emergencial, são consideradas pobres as pessoas que vivem com renda mensal per capita (por pessoa) inferior a R$ 469 por mês (US$ 1,90 por dia), de acordo com critério adotado pelo Banco Mundial. Por outro lado, os cidadãos considerados extremamente pobres são aqueles que vivem com menos de R$ 162 mensais. Em outras palavras, o auxílio emergencial dá para muito pouco, quase nada.
Como mencionei acima, uma das preocupações do governo federal – talvez a principal ou única – sempre foi com as questões relacionadas à economia. O Brasil trava uma guerra silenciosa contra um inimigo voraz e desconhecido, por isso falar em retomada econômica é algo fora do roteiro.
Insisto na questão da retomada econômica para mostrar que o governo nada faz para reverter a tragédia. Durante a pandemia, 8 em cada 10 famílias de classe média perderam renda. Isso significa que o poder de compra desse nicho da população despencou, o que certamente já reflete no consumo. Mesmo assim, autoridades federais agem para frear a inflação. Mesmo com a pandemia ainda a pleno vapor e o desemprego em alta, não é de hoje, a inflação segue avançando.
O Brasil é um país que depende economicamente do consumo interno. Com o cenário exposto acima não há como sonhar com um horizonte menos carrancudo.
Mas deixo a questão econômica e volto para a fome que aflige dezenas de milhões de brasileiros. Há dias, o governo e lideranças políticas no Congresso Nacional chegaram a um acordo para, recorrendo a uma “pedalada oficial”, viabiliza o Orçamento de 2021 sem mexer não recursos destinados a emendas parlamentares.
Reconheço que emendas parlamentares são importantes e necessárias para a realização de obras nas mais de 5.500 cidades brasileiras, mas é preciso abrir os olhos para o estrago que a fome vem promovendo no país.
Se o governo e os congressistas encontraram uma forma de driblar a lei para garantir os recursos das emendas parlamentares, sem romper o teto de gastos, não seria difícil encontrar uma solução para minimizar o desespero dos famintos, que, é bom ressaltar, aumentam com o passar dos dias.
A política é um jogo (no bom sentido) importante para que sejam defendidos os interesses e as necessidades da população, mas em meio a uma tragédia que só faz aumentar não se pode privilegiar interesses paroquiais.
Confesso não compreender como um homem público consegue não se sensibilizar com a devastação promovida pela miséria e pela fome. Se em um país com 210 milhões de habitantes um contingente de 19 milhões de miseráveis pouco representa em números proporcionais, no campo da humanidade uma pessoa sendo devorada pela fome é algo inadmissível.
Apenas a título de comparação, o que permitirá a cada um perceber o tamanho do problema, 19 milhões de miseráveis representam uma vez e meia a população de Portugal. Para quem é adepto dos detalhes, esse universo de miseráveis que vieram à cena no rastro da pandemia equivale a 2.405 estádios do Maracanã lotados de pessoas que sonham com um prato de comida.
Recuso-me a fechar os olhos e virar as costas para uma tragédia como a que vivemos, mas que muitos fingem não existir. Diante da omissão persistente do Estado, a sociedade civil precisa assumir cada vez mais esse desafio.
Como disse o Herbert José de Souza, o Betinho, “quem tem fome tem pressa”. É preciso agir agora, antes que seja tarde demais!
(*) Waldir Maranhão – médico veterinário e ex-reitor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), onde lecionou durante anos, foi deputado federal, 1º vice-presidente e presidente da Câmara dos Deputados.

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, deverá estar na disputa majotoritsria estadual em 2022, e tudo.indica que deverá ser pelo PTB, partido hoje comandado no Maranhão, pela deputada Mical Damasceno.
Edivaldo vem aparecendo bem avaliado em todas as pesquisas já publicadas até agora para o governo do estado, e é disparado o preferido da população de São Luís, mesmo tendo estado distante das discussões políticas desde que deixou a Prefeitura, após cumprir dois mandatos.
Fontes do blog confirmaram a aproximação do ex prefeito com.a deputada Mical. Eles teriam se reunido recentemente e Edivaldo teria aceitado o convite para a disputa.
Pario duro
O cenário da disputa promete ser bem turbulento já que nomes de peso como o senador Weverton Rocha e o vice governador Carlos Brandão pareciam polarizar a disputa até agora, seguidos do não menos articulador, deputado federal Josimar de Maranhãozinho, que percorre o interior do estado afirmando ser pré candidato a qualquer custo ao governo do estado.
Mais é fato que no PTB, Edivaldo já sairia com uma ampla vantagem em relação aos demais, tendo em vista o apoio do expressivo e decisivo eleitorado evangélico, que na verdade sempre teve uma boa aceitação ao nome de Edivaldo, até pelo fato do mesmo sempre ter sido evangélico e sempre defender as bandeiras mais expressivas no que diz respeito às preferências do eleitorado mais conservador.
O certo é que a deputada Mical está conseguindo surpreender no quesito articulação política, e promete elevar o PTB, sob seu comando, ao nível de grande partido no Maranhão.
Ao que parece, enquanto Brandão e Weverton travam uma incessante batalha política e midiática pela sucessão de Flávio Dino, Edivaldo já se articula para de fato, ser a terceira via, com a possibilidade de chegar a disputa com chances reais de alçar um voo ainda mais alto em sua
crescente e bem avaliada trajetória política.

Com o impacto negativo causado pela pandemia que tem tem deixado várias famílias vulneráveis o grupo Mão Amiga Solidária realizou uma ação beneficente nesta última sexta-feira (16), onde foi entregue várias cestas básicas nos bairros Vila Luizão, Sol e Mar, Divineia e Vila Recanto Verde.
De acordo com o coordenador do grupo Rubens Ferrás o grupo foi criado através da ideia em conjunto de mais dois amigos a assistente Social Jacielle Ribeiro e o radialista Flávio Primo com o objetivo de ajudar o próximo e hoje contamos com uma equipe de amigos que são voluntários que se dedicaram para concretizar a primeira ação do grupo arrecadando alimentos em empresas, comércios, residências, sendo gratificante ver o reconhecimento das famílias que foram atendidas pela ação.

Para a moradora Maria José “muito bom ver as pessoas se colocarem a disposição para ajudar neste momento tão crítico em que a sociedade está vivendo”, de acordo com a coordenação do grupo já está sendo programado a segunda ação para o dia 08 de Maio nas vésperas do dia das mães e pedem a todos da sociedade maranhense que venham somar com essa corrente do bem doando cestas básicas, para fazer doações é só ligar para os contatos: (98) 984151868/999657103



Mesmo diante de um período de recessão econômica, o sentimento de solidariedade vem fazendo a diferença em meio à pandemia. E as ações de auxílio a população em situação de vulnerabilidade têm feito a diferença em São Luís, onde uma corrente do bem se formou e vem reforçando a rede de união, afeto e caridade em tempos difíceis.
Desde o início da pandemia, o vereador Marquinhos (DEM) vem articulando e desenvolvendo campanhas de ajuda a famílias em situação de vulnerabilidade, além de também defender a continuidade da oferta de merenda escolar, mesmo durante o período em que as aulas estiverem suspensas.
“O coração dele é grande, ele se importa com a gente por que a origem dele é humilde”, foi o que disse a dona Maria Isabel dos Santos Arruda, moradora do Divineia, após receber uma cesta básica das mãos do vereador Marquinhos, nesta sexta-feira (16). Ela foi uma das beneficiadas com a distribuição promovida pelo parlamentar, com a parceria de empresários que doaram centenas de cestas atendendo a um pedido do senador Weverton Rocha. De início, mais de 200 famílias foram beneficiadas nesta ação que ainda terá continuidade.

"A pandemia tem causado grandes impactos à população ludovicense, principalmente às famílias que mais precisam. Diante disso, estamos realizando esta ação de distribuição de cestas básicas para contribuir com quem está passando por dificuldades e garantir a segurança alimentar e nutricional em suas casas", destacou o vereador Marquinhos.
Em sua fala, o senador Weverton, ressaltou que “é preciso auxiliar o sistema público de saúde, de todas as formas possíveis, mas também é preciso olhar com atenção e carinho à população que anseia por ajuda neste momento. Nosso objetivo é unir para manter ações que amenizem as consequências da pandemia para a população mais vulnerável", assinalou o senador.
Também presente ao evento, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho, elogio a inciativa e falou sobre a importância das doações. “Ações sociais como essa são de fundamental importância. Algumas pessoas perderam emprego, muitos perderam familiares. É preciso manter o olhar humano sobre os mais vulneráveis”, observou.
O deputado federal Pedro Lucas Fernandes, também participou da entrega de cestas. Segundo ele, as medidas de isolamento, embora necessárias, acabaram impactando o cotidiano das famílias. “Tal situação tem levado nossa população, em muitos casos, à falta do básico para sobreviver, necessitando urgentemente de doações como essa, que chegam em boa hora, pois o número de famílias em situação de vulnerabilidade aumentou com a chegada da pandemia”.
Marquinhos finalizou dizendo que a ação conjunta também teve o intuito de fomentar outras iniciativas semelhantes. Para ele, “somente políticas públicas sérias, articuladas a gestos de solidariedade de cidadãos e empresas poderão garantir que a sociedade ludovicense supere a crise da COVID-19 o mais rápido possível”.
